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Nome: Anjatchellla
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Frase: "Seu olhar de Dominador me transforma na submissa que desejo ser"
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1:44 PM

Meu Anjinho

Hoje fazem três anos
Você deixou sua mãe
Seu pai já estava partindo
Mas sua ida foi a mais dolorosa

Hoje sua mãe esta sofrendo
Esta triste , gostaria de ter você
Já aprendi a lidar com a dor
mas a perda ainda não esqueço
Seu tio tinha acabado de ir também
Hoje sua mãe busca os ANJOS

Anjos que sinto ao meu redor
Um deles pode ser você
Meu filho, onde estiver, te amo
Sua mãe fez uma escolha na vida
Está buscando um caminho, onde
No passado já foi feliz

Me sinto mais tranqüila
Sei que você está bem
Fique tranqüilo, sua mãe
É uma submissa
Sua mãe se cuida
E gosta de entender
o caminho BDSM
Onde estiver fique tranqüilo
Tudo está bem, Estamos bem
Também sou uma Anja

Anja Tchellla( Anjinha)




postado por Anjatchellla

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7:33 PM

Hoje dia 20/03/2005 eu anjatchellla pretendo voltar e atualizar esse espaço.

postado por Anjatchellla

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11:37 PM

Para todas as escravas

Algumas posições podem ser impróprias para o seu tipo de dominação, ou você pode querer usar variações e ainda acrescentar o que é mostrado aqui. Todos fazemos diferentemente. Com certeza eu não uso todas estas mas elas são interessantes.

Inspeção:
Auction: é similar a inspeção. A escrava deve esta nua, pernas afastadas além dos ombros, braços esticados a um ângulo, mãos afastadas do corpo com palmos para cima. Olhar para baixo. Queixo para cima. Esta posição mostra os atributos da escrava.

- comando de voz = nenhum

- comando de gesto = nenhum



Inspeção: é básica para inspeção. A escrava, normalmente nua, fica em posição de atenção, pernas afastadas além dos ombros, mãos entrelaçadas na nuca, direita acima da esquerda, coluna um pouco arqueada. O que acentua os seios e os genitais. Eu as faço fazer isto com os pés planos no chão, mas se você quiser tornar mais difícil, faça-as ficar nas pontas dos pés. Nesta posição elas ficam totalmente acessíveis. Ela pode ser observada de uma maneira sem obstrução, ou qualquer parte pode ser observada ou tocada.

- comando de voz = inspeção

- comando de gesto = bater palmas





Examinar: escrava deita de costas, mãos ao lado, palmos para cima. As pernas abertas. Isto serve para exame médico ou tortura genital. Posição útil. Necessária quando ordenada.

- comando de voz = examinar

- comando de gesto = mãos paralelas ao chão se movendo da esquerda para direita



Flip-side: de bruços, cabeça virada para direita, mãos ao lado com palmos para cima. As pernas abertas. Útil para humilhação e tortura anal. Necessária quando ordenada.

- comando de voz = virada

- comando de gesto = pulso virando da esquerda para a direita



Apresentação: escrava dobrasse para frente, abre com as mãos as bandas do bumbum expondo o anús ao Dono. Útil para humilhação e brincadeira anal.

- comando de voz = apresentação

- comando de gesto = movimento giratório com o punho



Posições básicas de serviço:
Coleira: escrava se ajoelha aos pés de seu Dono, com os joelhos abertos ao nível dos ombros, coluna ereta, com os braços para trás, um pulso agarrando o outro, olhos e cabeça baixos. Necessário no inicio de uma sessão . Uma alternativa e faze-la segurar o cabelo com o braço direito para cima, para facilitar.

- comando de voz = coleira

- comando de gesto = mão direita no pescoço



Convencional: posição básica de uma escrava. A escrava esta ajoelhada, pernas afastadas, pés juntos, coluna ereta, sentada sobre os tornozelos, mãos nos joelhos com palmos para cima. A escrava deixa o queixo para cima mas os olhos sempre para baixo. Esta é uma posição de castigo e pode ser muito desconfortável após um período de tempo. É uma ótima posição para adverti-la de seus erros.

- comando de voz = convencional

- comando de gesto = estalo de dedos





Instruir: Nesta posição a escrava esta ajoelhada, sentada à frente de seu Dono, pernas afastadas, mãos nas costas. As pernas da escrava esta dobrada, e ela sentada em seus tornozelos. Coluna ereta. Uma excelente posição para o senhor se sentar em uma cadeira a sua frente e dar instruções verbais ou correções.

- comando de voz = instrução

- comando de gesto = mão direita na orelha direita duas vezes



Espera: Em pé, mãos as costas, punho esquerdo agarrado pelo direito, ou de joelhos, os olhos baixos porem o queixo alto, a menos que ela esteja esperando por gestos, então seus olhos devem estar em seu Mestre, mas com respeito em atenção. Posição necessária quando a escrava não esta fazendo nada e esperando por ordens.

- comando de voz = espera

- comando de gesto = cotovelo e pulso dobrado

.

Sentada: A escrava senta com uma perna dobrada a frente e outra atrás. Demonstra a flexibilidade e graça de uma escrava.

- comando de voz = escrava senta

- comando de gesto = nenhum





Começo, submissão ou reverencia
Kowtow: de joelhos, os pés com ponta e juntos, braços esticados a frente no chão, pernas alinhadas, mãos com palmos para baixo e graciosamente cruzadas. A testa descansa nos braços, bumbum nos calcanhares.

- comando de voz = abaixada

- comando de gesto = dois dedos apontando para o chão



Reverencia: Caia ao chão, sobre o estômago, rosto ao chão perante seu Senhor. A escrava vira o rosto colocando as bochechas sobre os pés do Dono e beijando-os em um gesto de submissão e carinho. Eu sempre acho que isto é uma abertura maravilhosa.

- comando de voz = reverencia

- comando de gesto = um dedo apontando para o chão





Posições de Bound
Posicionamento para as algemas: frente ou atrás, ombros para trás, mãos à frente mas não as encostando, pronta para receber as algemas.

- comando de voz = algemas a frente (ou atrás)

- comando de gesto = dedo direito passando sobre o punho esquerdo



Prone: de bruços, rosto para baixo e virado à esquerda, punhos às costas. Os tornozelos também devem estar cruzados prontos para serem amarrados. Esta posição é usada por diversas utilidades uma delas e punição. Mas lembre-se, uma vez amarrados os tornozelos a escava não poderá se levantar.

- comando de voz = prone

- comando de gesto = nenhum





Posição de animais

Guia da coleira: Escrava de joelhos, abaixa o pescoço para colocação da guia na coleira. O queixo esta alto e a cabeça virada para esquerda, os pulsos estão para trás prontos para receberem seus braceletes.

- comando de voz = guia

- comando de gesto = pulso no pescoço

.

Heel: De pe e ao lado do Dono, dobrada no quadril, com as mãos para trás e a cabeça no quadril do Dono. Pode ser levada facilmente pelo cabelo ou pelo guia.

- comando de voz = heel

- comando de gesto = bata com a mão no lado que deseja que a escrava vá





Posições para Castigo
OTK (On the Knee): A escrava cuidadosamente se coloca no colo do Dono, as mãos a frente para dar equilíbrio enquanto o Senhor usa a escova, mão, paddle ou outro objeto de correção.

- comando de voz = no colo

- comando de gesto = nenhum



Corporal: Primeiro assuma a posição de espera, curva-se agarrando os tornozelos com as mãos, deixando a cabeça o mais próximo das pernas possíveis, oferecendo assim o bumbum para o chicote.

- comando de voz = assuma a posição

- comando de gesto = nenhum

..

Nariz: nesta posição usada como castigo à escrava fica na ponta dos pés(ou normal se o Dom estiver ?),de frente para uma parede segurando uma bola de ping-pong ou uma moeda. Um castigo pior vira se o objeto cair. Os braços estão presos as costas para evitar que a escrava junte o objeto se este cair. ( eu recomendo sair do quarto faz o castigo mais enjoado).

- comando de voz = nariz

- comando de gesto = dedo no nariz



Barriga para baixo: A escrava deita sobre o estômago. Os braços esticados a frente, necessário durante disciplina ou treinamento. Boa posição para usa-la como descanso dos pés.

- comando de voz = estômago

- comando de gesto = nenhum





Posições Sexuais
Quadrúpede: Caia de joelhos e mãos, rosto para o chão, oferecendo o bumbum. Esta posição é usada para que a escrava faca ou pegue objetos sem o uso das mãos, ou como punição.

- comando de voz = quad

- comando de gesto = nenhum

.

Língua: esta posição faz com que a serva fique da melhor maneira possível para servir o dono com a língua, isto é para contato oral e o conforto da escrava não esta em questão.

- comando de voz = língua

- comando de gesto = nenhum

.

Vagabunda: deitada, joelhos para cima e abrindo as lábias vaginais.

- comando de voz = slut

- comando de gesto = nenhum

.



Caminhado
Caminha da escrava: um pouco curvada, mãos nos joelhos e andando na ponta dos pés.

- comando de voz = caminhar de escrava

- comando de gesto = nenhum



Caminha de cadela: andando de quadro.

-comando de voz = cadela

-comando de gesto = nenhum


texto produzido com auxílio de Mestre_X



postado por Anjatchellla

Comments:

11:02 PM

Caríssimos, Cordiais Saudações...!

O texto que envio à seguir é bastante esclarecedor quanto à prática em epígrafe, e é uma compilação de trechos achados na net e textos de autoria do SACHER e meus. Muitos mestres(as)/Dom(mes)/Tops deixam de praticar por falta de informações e muitas subs/escravas(os)/Bottoms colocam-na como limítrofe exatamente pelo mesmo motivo... assim, espero estar contribuindo para a disseminação da informação. O QUIZ que está ao final do texto seria de muita utilidade para que ampliássemos esta "troca de informações" sobre o assunto, mesmo que respondido de forma anônima... já que, se todos colocassem o seu ponto de vista e eventuais experiências sobre o assunto, compreenderíamos melhor a prática e os que se sentem por ela seduzidos...




Fisting - experiência no extremo do sexo.

Quem tem medo de fistfucking? Muita gente, por incrível que pareça. A idéia de uma mão inteira numa vagina ou no ânus é coisa que dá arrepios a muitos, que não podem sequer admitir a coisa, mesmo quando só documentada em vídeo. Mas na onda da liberação, que pouco a pouco vai abrindo corações e mentes, o prazer da extrema dilatação e profundidade vem tendo cada vez mais adeptos. De desconhecido, já se tornou papo de cama entre pares.

"sempre gostei de ser penetrada por cacetes grandes e grossos, poderosos. O fetiche do maior possível me levou a experiências bastante inusitadas com meu namorado, quando chegamos a nos penetrar mutuamente com as mãos. Foi algo muito bom, íntimo, transgressor... muito tempo depois é que soube que isto era fistfucking".
Fisting vem de do inglês, "fist", que quer dizer pulso. O verbo (uma gíria) pode ser traduzido como a prática de se enfiar a mão toda na vagina ou no ânus da parceira/o "até o pulso". Basicamente é a exploração manual da vagina,do reto e do "trato digestivo" da parceira/o como uma proposta de busca do prazer entre dois adultos. Ela vem se introduzindo cada vez mais na cama dos brasileiros, graças principalmente à Internet, que escancarou o "esporte" ao mundo inteiro. Na esteira da globalização, os costumes "extreme-sex" da Europa e dos Estados Unidos ganham, então, cada vez mais adeptos.

Fisting ou fistfucking, a manipulação da vagína, útero, canal do ânus, do reto e talvez do cólon, com a mão, o antebraço e talvez mais ainda, pode parecer nada prazeroso ou mesmo bastante desconfortável às iniciantes. Aí, a questão é saber o que se quer mesmo e insistir, ir em frente. Cada um deve ir testando e assim determinando seu próprio limite durante esta espécie de noviciado. Embora alguém possa ser privilegiado pela anatomia neste quesito, com uma vagina ou caixa retal grande que ajude, invariavelmente é mais a vontade e a descoberta do próprio corpo que fazem a boa fistee, muito mais do que do que a anatomia. Querer, aqui, é foder.

Muitas mulheres tem mais facilidade para a prática após o parto, já que é notória a diferença anatômica que o corpo feminino sofre com a gravidez. E nem há a obrigatoriedade de o parto ter sido natural, pois a dilatação para a passagem do bebê se dá mesmo com a eventual realização do parto cesariana, já que o corpo se preparou para a passagem do bebê pelo canal vaginal. Para quem é fissurado em prazer anal, curte brincar com o rabo da parceira e quer cada vez mais e maior, é a nova (velha) grande onda. O Fistfuck permite uma altíssima sensação de prazer para os que procuram prazeres extremos em termos de sexo. A dilatação e a profundidade alcançadas - quer na vagina ou no ânus - podem surpreender quem está chegando agora. A prática gradual pode permitir aberturas a ponto de acomodar um bom braço até o cotovelo ou mesmo mais. Praticantes já bem experientes recebem sem problemas duas mãos ou braços, em Fistings duplos que podem permitir mais de dois parceiros na parada.

Existem técnicas preliminares especiais de relaxamento aplicadas na vagina, no ânus e ao reto, facilitando a prática, notoriamente o uso de dildos ou plugs anais, espéculos, alargadores dos mais diversos... Na inserção da mão deve-se usar luvas de látex para evitar contaminação por doença ou AIDS e ter treino antes da prática para que não haja risco de lesão dos esfincteres, o interno e o externo. Usar lubrificante que não seja a base de água, pois ressecam-se rapidamente e lubrificantes que não destroem o látex das luvas e camisinhas. Cortar as unhas e lixar antes de introduzir a mão. Não beber álcool ou usar drogas antes da prática para não perder a sensibilidade.

Para que entendamos um pouco melhor o fisting, precisamos também entender melhor a anatomia das partes envolvidas na prática... Sobre a anatomia do canal anal, que é uma região anatômica do reto que, por sua vez, é a parte final do intestino. Para visualizarmos o que seria o canal anal, temos que imaginar uma garrafa de ponta cabeça. Desta forma, o corpo da garrafa seria o reto. A parte mais estreita seria o canal anal e o gargalo, a boquinha da garrafa, seria o que chamamos de anel anal. Isso é importante para entendermos que ânus é um termo amplo e tem muitas estruturas envolvidas. O canal anal inicia no anel anal, que é a abertura que vemos entre as nádegas.

Este anel é formado pela compressão voluntária de um esfíncter feito por musculatura estriada, em forma de anel mesmo, que circunda essa parte do reto e denomina-se esfíncter externo. Nós temos o controle desse esfíncter, embora ele tem uma regulação além da nossa vontade, isto é, fica contraído por reflexos. Internamente a parede do reto, temos uma musculatura que, nos 4 ou 5 últimos centímetros, se especam, formando o que chamamos de esfíncter interno e é controlado por reflexos locais, sem o nosso controle voluntário. Este esfíncter é diferente do esfíncter externo, pois não é em foram de anel, seria mais especo, de 4 cm, e funciona como se fosse uma espiral e não como um anel, ou melhor, vários anéis, lado a lado e que se contraem simultaneamente ou não, que mantém os 5 cm finais do reto, mais estreitados, quase que fechados. Esta parte do reto mais estreitada é que denominamos de canal anal. Acima do canal anal, temos a parte mais alargada do reto. Próximo ao canal anal, no reto, temos receptores barométricos que detectam a pressão interna do reto, pela presença das fezes em seu lúmen. Esses receptores estimulados, levam mensagens automáticas para estimular a musculatura do esfíncter interno e desta forma, contrairá e impedirá a entrada de fezes no canal anal. Desta forma, teoricamente, o canal anal está sempre limpo de fezes e se fizermos um toque com os dedos, nos 4 ou 5 cm não encontraremos fezes. Quando fazemos mais pressão para defecar, criamos um reflexo de defecação e, voluntariamente, relaxamos o esfíncter externo e automaticamente, por reflexo o interno, e as fezes atravessa o canal anal e acontece a defecação. Quando temos uma lesão que rompe o esfíncter interno, ainda temos como controlar as fezes pelo esfíncter externo, mas sempre, no canal anal, teremos fezes, pois não há mais o esfíncter interno. Se por algum trauma rompemos o esfíncter externo e interno, ai não temos a recuperação cirúrgica e teremos perda involuntária de fezes. Desta forma, para se fazer o fisting ou qualquer penetração anal, devemos relaxar o esfíncter externo e para isso, fazemos força, como se fossemos evacuar. Aumenta-se a pressão no reto e o reflexo faz o relaxamento dos dois esfíncter. Por isso, muito preferem realizar a lavagem intestinal por enemas. Uma preocupação a se levar em consideração é que o colon e o reto-segmoide produzem muco para lubrificação e proteção da camada interna do intestino, chamada de mucosa. Se fazemos uma lavagem intestinal intensa, estaremos retirando esse muco e deixando a mucosa mais exposta e lesões e infecção, já que o intestino tem bactérias ou vermes normalmente. Muito preferem fazer essa praticam sem o inconveniente das fezes e preferem fazer a lavagem, outros não se importam e mantém o intestino com seu muco. Os riscos do fisting anal são muitos, mas o principal é o rompimento dos esfíncteres, pois não tem reparo se rompido. Usa-se uma prótese no lugar do anel anal. Outros riscos menores são infecções, lesões, traumas e inflamações. Temos que considerar que o intestino e a saúde de quem vai levar o punho é boa, que não possua hemorróidas, fissuras, pólipos, ou outras patologias intestinais.

O fisting vaginal é uma prática mais fácil, pois não envolve os esfíncteres anais... mas nem por isso deixa de ter as suas dificuldades. A vagina é composta pelos grandes e pequenos lábios e o canal vaginal, envolvendo no seu curso final a base do útero. O canal vaginal é composto de um tecido mucoso, contornado por um anel de músculos poderosos. Estes músculos são os que auxiliam na expulsão dos bebês nos partos. Algumas mulheres possuem a capacidade natural de manobra destes músculos, apreendendo objetos com a vagina, ou expulsando-os (até com alguma força ou potência!). Outras, com a prática e exercícios, aprendem a fazê-lo. Esta técnica é conhecida popularmente como "pompoarismo" e pode ser uma grande auxiliar na prática do fist fucking...

Uma dúvida muito comum é a de, uma vez feito o fist fucking pela vagina, onde cabe uma mão toda e até um punho? O canal vaginal é notoriamente conhecido pela sua capacidade de adaptação e dilatação, sobretudo quando a mulher encontra-se excitada. Contudo, vale relembrar, a lubrificação é importantíssima no fist fucking. A falta dela também gerará de microfissuras à fissuras importantes de mucosa vaginal, que podem levar à infecções. O fister experiente sabe detectar os pontos de resistência e ultrapassa-los, usando para isso de manobras feitas com a mão e o punho, estreitando-os para a passagem em pontos mais delicados e adaptando-se assim à fisiologia do órgão. No fisting vaginal, não temos contato com as paredes do utero, mas sim com o colo do utero e tomados os cuidados devidos, não acarreta problemas para pessoas que não estejam grávidas. O maior cuidado à se tomar no fisting vaginal é com o cólo do útero, região muito sensível. Como qualquer ferimento tende à ter uma cicatrização difícil nesta região, não é incomum que os ferimentos alí tenham de ser cauterizados (!) para fechar... por isso, todo o cuidado, sobretudo com uma lubrificação muito boa e o uso de luvas é pouco... Por onde passa a cabeça de um bebê pode, facilmente, passar uma mão inteira, o punho, o pulso e mesmo uma parte do antebraço. Claro, existem incontáveis variações anatômicas que tornam algumas mulheres "fistees" naturais enquanto que para outras tal prática pode ser muito dificil. Ma não há registros de uma total incapacitação anatômica para tal que não seja considerada uma anormalidade de formação... ou seja, qualquer mulher anatomicamente "normal" poderá fazer fisting vaginal, ainda que com dificuldades .

No fisting em geral, para se chegar a uma dilatação boa para a penetração do punho requer-se treinamento de fistees e fisters e pode chegar a 2 anos de preparo. Existem aparelhos médicos, chamados de velas, para iniciar a dilatação, mas não existe tamanhos tão grandes quanto punhos. Outra dúvida muito comum entre os não iniciados é a de se achar que, uma vez que ceda a musculatura, esta não voltará mais ao normal... Bem, como já vimos anteriormente no texto, ela volta ao normal, de poucos minutos à algumas poucas horas após o término do ato . Se não voltasse ao normal não seria considerada uma prática BDSM também, já que não seria segura e nem saudavel. Mesmo a prática do fisting no ânus, que notoriamente não tem a mesma elasticidade da vagina, é segura sim... o ânus volta ao normal. Mas, como toda e qualquer prática sexual e / ou BDSM, HÁ LIMITES...

Quem pratica, diz que o termo Fisting está cada vez mais em desuso. Fister Guy, nick de um fistfucker paulista que participa de sessões privadas onde as/os convidadas/os levam e enfiam mãos e braços no rabo, explica: "O termo mais do momento é "foda de punho", aportuguesada mesmo. O que se procura é uma conexão mais afetiva e espiritual, de comunicação entre os casais pela sujeição e exploração do corpo do parceiro, numa atitude mais de comunhão", explica. "As palavras Fisting e fistfuck estão um pouco carregadas de violência e dominação, uma coisa mais do pessoal que curte SM (sado-masoquismo)", algo com cara de importado, colonizado," conclui, em sua opinião. "A foda de punho" está mais ligada ao pessoal "Extreme" (de extreme-sex), que não precisa ser necessariamente sado-masoquista.


A onda é estrangeira e o vocabulário também. Taí o glossário básico para quem deseja saber mais é:

a.. Buttplay - brincar com o cú da/o parceira/o, seja com o que for, é bem genérico: dedos, mãos, braços, consolos, pepinos, nabos, plugues, vale tudo. O Fisting é só uma parte dessa brincadeira toda.

b.. Barefist - Fisting sem luvas. É como trepar sem um pau encapado com a camisinha. Significa sempre perigo de contato com os fluidos corporais, muco vaginal, restos do enema (xuca) ou até mesmo fezes da fistee. E pode levar à
ferimentos com unhas e contágio por fissuras e machucados. Não é nem um pouco recomendado.

c.. Biga - situação onde um fister enfia as duas mãos, uma em cada fistee, como romanos comandando as rédeas de suas bigas.
d.. Cadeira ginecológica - daquelas de hospital mesmo, é bastante usada na prática do Fisting, permitindo à fistee uma posição confortável e boa concentração na hora de levar mão.

e.. Chain ou corrente - duas ou mais fistees, cada um enfiando a mão na/o outra/o, encadeados. O céu (ou a porta do quarto) é o limite...

f.. Crisco - é a grande marca de lubrificante americana. Para os adeptos do fistfuck ela pode e é oferecida em potes grandes. É à base de água e por isso não ataca a luva de borracha do fister. Aqui no Brasil, na falta dela, é
usada a banha hidrogenada, disponível em supermercados, para uso culinário. É gordura de origem vegetal, esterilizada mas acredita-se que ataque a borracha. A última das novidades, que elimina o incômodo e o mau-cheiro da gordura, pós fist-plays é um creme baratinho, de farmácia, chamado Tricofil. É o nosso Crisco tupiniquim.

g.. Dildo - nome genérico do famoso "consolo". Os mais legais, de última geração são em cyberskin, material misto, que usa silicone, bem macios. As mocinhas/os fisteee que se prezem adoram os negros gigantes em borracha maciça, exercícios de coragem em forma de obeliscos.

h.. Enemas ou Duchas - mais do que uma simples lavagem vaginal ou anal preventiva para eliminar quaisquer riscos, feita com clisteres, com água morna e alguma substância anti-séptica apropriada, também pode fazer parte do ritual. Há quem, levando até 5 ou 6 litros de água no intestino grosso, consiga se tornar uma cachoeira humana ao eliminar tudo rabo afora. Com direito a espectadores admirados!

i.. Doublefist - duas mãos... na mesma vagina ou ânus, de uma mesma pessoa ou de pessoas diferentes.

j.. Elbowfist - enterrada de braço até mais ou menos pelo cotovelo.

k.. Espéctulos - são ferramentas cirúrgicas, importantes no processo dilatador, até que a fistee consiga ter a vagina ou o ânus educado a ponto de levar uma mão inteira. Devem ser sempre de aço. Os pequenos, de acrílico, usados em exames de papanicolau, podem quebrar.

l.. Exercício Grego - talvez a origem do nome seja porque os gregos sempre foram famosos como loucos por sexo anal, desde a remota antiguidade. Nada mais é do que a auto exploração do ânus, enfiando um dedo , depois o outro e assim por diante, sentindo sua própria dilatação, conhecendo-se mais. Cinco dedos já é um batizado.

m.. Feetfuck - proceder como no fisting, mas usando um pé. Para proteção, pode-se usar uma camisinha feminina ou forrar tudo com filme plástico. Para desafios...

n.. Fingerfuck - brincar com os dedos, preliminares para o fisting.


o.. Fistee - quem faz a parte passiva, que permite ter mãos e braços introduzidos na vagina ou no ânus.

p.. Fistar - "penetrar" ... ou o mesmo que Fisting ou fistfucking, o verbo na forma aportuguesada.

q.. Fister - que significa o parceiro ativo fistador, o que introduz a mão ou braço.

r.. Luvas, acessório importante para a prática, a "camisinha das mãos". São usadas aqui luvas hospitalares, em borracha fina, que permite boa sensibilidade. Podem ser usadas também luvas de borracha longas, em verniz
colorido branco, preto ou vermelho, para penetrações profundas. No caso das luvas ficarem curtas para a profundidade da penetração, dá pra se forrar os braços com filme, tipo magic-pac, usado em cozinhaa.


s.. Pigs ou porcas - são as que se preparam mal para serem fistadas. Então, se rola no ânus sempre rola aquele cheiro e umas fezes. Mas define também os que curtem tudo isso como parte da história...

t.. Poppers - excitantes via nasal à base de metilnitrato de isobutila, existem numa infinidade de marcas e fórmulas. Tipo "lança-perfume" de bolso, industrial, é largamente utilizado pelas praticantes do Primeiro Mundo. Inalados, provocam rápida euforia, grande sensação de prazer e relaxamento, podem ajudar na hora H. É vendido com o nome "liquid incense" ou "leather cleaner". No Brasil, é proibido como qualquer produto tóxico. E atenção: como um vaso-dilatador, é contra indicado em uso conjunto com o Viagra. O crepe que pode vir daí só Deus sabe. Profissionais médicos não hesitam em considerar óbitos...

u.. Preparação - envolve desde o enema em si (no caso do fisting anal), até regime alimentar. Por exemplo: comer batatas e massas, para as fezes ficarem mais pastosas e fáceis de serem eliminadas; não consumir folhas cruas ou carne, para evitar digestões demoradas e gases. E consumir isotônicos para recompor a perda de sais juntamente com a água, durante a sessão de fisting.

v.. Budrose ou Rosa é o que vira um cu depois de uma sessão de fistfuck. Dilatado e vermelho, ele fica de um tamanho anormal e é uma espécie de "troféu" de empenho. Literalmente é o "cu virado do avesso".

w.. Self-Fisting - nada mais é do que fistar a si mesma. A maioria das fistee pratica no ato da masturbação, e muitos homens também. Geralmente é um primeiro passo pelo qual quase todos que sentem tesão na prática já pelo menos tentaram.

x.. Sling - ou a "cama de gato", é uma espécie de cama, presa ao teto com correntes fortes, onde a fistee pode se acomodar e ficar bem solta e relaxada, praticamente suspensa no ar.



O Fisting permite sensações de prazer muito mais intensas do que qualquer outro tipo de penetração (como com um pau, por exemplo), como sentir realmente o interior da parceira/o e a manipulação vaginal, do útero ou da próstata.
" - cheguei quase a pegar os ossos da bacia da minha namorada" declara, exaltado, DeepPig, um fister de São Paulo que tomou contato com a prática na Holanda, onde não é tão incomum. "mas o melhor é a conectividade, é a ligação entre os parceiros em contato muito profundo, parece coisa de outro mundo", continua. "É a coisa mais próxima de parir", brinca um outro participante paulista, Razor. Seja o que for, a excitação é realmente bastante intensa. Todas/os participantes sempre falam das gozadas abundantes, tremendas, um êxtase muito maior e gratificante do que já os que experimentaram nas trepadas ditas "normais". "Há uma ligação não apenas corpórea, mas de alma,um sentimento de saber que existe alguém se dando para você, ali, disposto a partilhar algo realmente diferente, de grande entrega", desfecha Deep Pig.



Técnica e tempo de prática são tudo. Uma das dicas mais básicas está em "sentir por onde é a entrada" da parceira, que nem sempre está "seguindo em frente". Isto pode exigir do fister posições complicadas durante o processo de acomodação da mão. Outra dica é respeitar o timmimg e a disposição da fistee para tal. Há dia em que tudo rola legal, noutro a coisa já não responde tão bem assim. É mais do que normal perguntar; isto não é perigoso? "É e não é" responde a maioria. O grande risco é o trauma, machucar enquanto se esfrega e comprime a mão na vagina ou no reto, podendo arranhar e espetar os delicados tecidos vivos destas regiões (são mucosas muito sensíveis). Por isso, forçar é o maior pecado e paciência a maior das virtudes. Isto é evidente quando se vê que grande parte dos acidentes ocorrem com novatos e pessoas que não têm uma noção muito certa dos seus limites. Um/a passiva/o em Fisting deve selecionar muito bem seus parceiros.

Texto enviado por Lord Paulo


postado por Anjatchellla

Comments:

1:29 AM

TEXTO DE SR.GUILHERMO

"Curitiba. Segunda-feira. Não mais que doze graus. No escritório, com as janelas fechadas, talvez dezesseis ou dezessete graus. Morava sozinha e o fim-de-semana fôra tranqüilo. Tranqüilo e... solitário. Mesmo sendo uma típica escorpiana com muito senso prático para as questões do dia-a-dia, tinha também sua sensibilidade inundando a alma, turvando os pensamentos e tão assim à flor da pele.
Na mesa, a agenda com os compromissos do dia. Contatos comerciais, encontros com fornecedores, visitas a clientes, faturas a serem emitidas, contratos a renegociar... papéis, papéis e... papéis. Tinha sua própria sala. Encostou a porta e, por um momento, se deixou levar nos seus próprios devaneios. Ele não seria louco em cumprir sua ¿...ameaça...¿, largar seus compromissos em São Paulo e vir. Aquilo que lhe dissera no dia anterior, dissera por impetuosidade sem ponderação alguma.
Assim que chegara ao escritório, havia um enorme buquê de flores-do-campo que ele mandara com um cartão... por um desses serviços que você pode encomendar por interurbano. Era sensível e romântico. Inteligente o suficiente para cercá-la. E ela se sentia assim... sitiada. Isso a deixava meio que perturbada, insegura, com medo e confusa. Havia marcas no coração que a tornavam arredia. Buscava raciocinar e, simplesmente, não conseguia. Queria largar os papéis e compromissos sobre a mesa, do mesmo jeito que os encontrara, e desaparecer. Ou melhor: desaparecer com ele em algum chalé no campo.
Se conheciam há tão pouco tempo e era tão intenso o que sentiam. Viviam a se perguntar, um ao outro, como poderia ser da maneira como estava sendo. Não eram mais adolescentes. Nem inconseqüentes. Ambos riam em dizer que aquilo tudo era deliciosamente enlouquecedor. Quando foi verificar seus emails pessoais, encontrou uma música que ele postara no começo da madrugada. Abriu e deixou tocando repetidas vezes... ¿Por você¿, do Frejat ( clique aqui ). Bons tempos antes, ela comentara com uma outra pesssoa que, se um dia alguém cantasse essa música para ela, ela beijaria os pés desse alguém. Quis chorar. Fez como se abraçasse a si mesma. Um tremor na pele.
Acordou do seu sonho de olhos abertos com o telefone tocando. Um provável cliente a esperava na antesala. Pediu que o acompanhassem até à sua mesa. Era um cliente novo. Um homem elegantemente vestido para o frio da capital paranaense. Cabelos um pouco grisalhos. Algo em torno de quarenta anos de idade, ou pouco menos. Talvez tivesse a sua altura. Boca pequena e... ela se assustou. Era ele!!!
Falavam ao telefone... trocavam fotos pela internet... uma vez tinham conversado demoradamente pela WebCam. Havia um sorriso em seus lábios. Ficou sem reação. Ele mesmo encostou a porta. Ela se levantou. O primeiro encontro. Um abraço. Um abraço forte. Sua mão lhe subiu à nuca, acariciando-a com os dedos embaraçando-se nos seus cabelos. O beijo quente. Molhado. Primeiro, dos lábios se tocando. Depois, das línguas se acariciando. Pouco... quase nada falaram. Se olhavam com olhos brilhando de alegria e tesão.
Ainda durante o beijo, ele tirara o casaco preto de lã que a protegia naquela manhã de fim de outono. Suas mãos subiram por dentro de sua blusinha de lã preta, quentes, explorando ávidas a sua pele. Levou-a em direção à mesa e fez com que se sentasse nela, sobre papéis, recados anotados, contas, cópias de contratos... ¿- Minha querida... eu não suportei... precisava ver você...¿, disse. Disse também outras coisas ao pé do seu ouvido. Estas últimas, fizeram seu corpo inteiro arrepiar. Um delicioso arrepio.
Ele se abaixou como se fosse um príncipe gentil e cheio de ternura. Tirou suas botas pretas altas de cano longo. ¿- Você... não pode... fazer... isso... aqui...¿, ela protestava, com palavras entrecortadas, como se tudo fosse um delírio do qual jamais quereria sair... como se não tivesse certeza do que estava dizendo... como se tivesse mais certeza do que ele estava fazendo. Não podia fazer. Mas ele estava fazendo. E ela, adorando ser despida alí mesmo pelas mãos de um homem assim.
Se estivesse perdida em Creta no Labirinto... faria vistas cegas ao fio de lã de qualquer Ariadne... que viesse o Minotauro e a devorasse! Ele tirou sua calça jeans. Deixou-a apenas com a lingerie preta, uma peça única. Seus gestos eram serenos e firmes. Parecia tão decidido. ¿- Meu Deus! Ele veio de São Paulo até aqui... Para me ver... Para me ver em plena segunda-feira!!!¿, pensou consigo. E isso a enchia de prazer. Já atravessara o Atlântico por causa de um homem. Mas homem algum fizera algo assim por ela, ainda.
Ele abriu a lingerie... e deslizava os lábios docemente sobre sua pele branca, macia e cheirosa. Ele estava aos seus pés... lhe beijava as pernas longas e fortes. Deixava-a molhadinha.
As mãos... ah! As mãos... subiam ousadas e acariciavam os biquinhos rosados e pequenos... e no instante seguinte, seguravam seus peitinhos como se fossem seu objeto de maior prazer. Como se lhe pertencessem. Lembrou das torres de marfim gêmeas às quais Salomão se referiu em êxtase diante da sua Rainha nua. Quanto mais ele lhe acariciava os peitinhos, mais ela os empinava, entregando-os às suas mãos.
Por um momento ele se levantou... olhou em seus olhos. Disse que eram lindos como duas turmalinas verdes. Parecia tão óbvia a sua felicidade em vê-la... e, ao vê-la assim, desviava o olhar dela como se fosse um menino tímido... e concentrava-se em observar-lhe os longos cabelos pretos que iam pouco abaixo do ombro. Voltava-se novamente a olhar em seus olhos como se a penetrasse na alma. Apertava o seu corpo contra o dele. Ela o sentia excitado.
Sua mão desceu à sua calça... feito uma putinha... com um sorriso desavergonhado tocava o seu sexo prazerosamente volumoso dentro da calça. Ele mesmo desafivelou o cinto, desabotoou a calça, baixou o zíper e... trouxe o caralho inteiro para fora. Quente. As veias. A pele macia. A rigidez do seu pau. Pulsando forte.
Ela se abaixou. Segurou-o firme com as duas mãos. Olhava para aquele pau que tanto desejara. Olhou para cima e encontrou os seus olhos carregados de prazer. Nada falava, e tudo dizia com aquele olhar. Abocanhou seu pau e chupou trêmula. Desejosa. Faminta. Gulosa.
Tantas vezes haviam fantasiado sobre cenas assim. Tanto prazer sentia agora em ter o cacete do seu macho (sim... agora poderia, de fato, chamá-lo ¿...seu macho...¿)... tanto prazer... que quase sentia uma deliciosa dor no peito, na alma... e quanto mais intensamente se lançava àquele momento e àquela dor tão dentro de si... mais então sugava aquele cacete. De repente, tirava-o da boca. Admirava-o como seu brinquedo preferido. Lambia. Parecia querer medí-lo percorrendo com a ponta da língua desde a base até à cabecinha. Com a língua explorava aquela pequena fenda. E então tornava a mamar nele.
Queria arrancar dele o seu prazer. Queria sentir o seu gosto. O gosto do seu prazer na boca. Queria cada gotinha como o que de mais precioso fosse. As mãos dele afagavam seus cabelos enquanto isso. As mãos dela ora sentiam suas pernas retesadas... ora, sua bunda. Aquele corpo viril... E ela mordiscando vez ou outra o seu pau. Mordia aquela carne cheia de carinho... cheia de desejo.
E ele... ele não aguentou. A fez deitar no carpete do escritório. Despiu-se a seus olhos. Ela, no chão, com as mãos ao alto da cabeça, olhando. E ele, tirando a roupa com o olhar fito nela. O corpo... os pelos... Seus olhos... Sua boca... Ele a penetrou alí mesmo: no chão... no calor simplório do carpete... entregues à febre de tanto prazer dos corpos que se desejavam tanto.
Não podiam fazer muito ruído. Ela queria gemer, queria gritar. Queria pedir... implorar se preciso fosse feito uma cadelinha para sentar naquele cacete. Ou para ser fodida por ela. Faria tudo e diria tudo. Mas alí não, no chão da sua sala no escritório, não poderia. Sentia a respiração dele intensa e ofegante contra o seu peito. Ouviam o barulho das outras salas... do escritório... do telefone tocando na recepção... e... dane-se o mundo! Eram um do outro.
Gozaram juntos. Ele se vestiu. Ela se recompôs. Quando fez menção de pôr novamente a lingerie... ele segurou sua mão e apenas disse: ¿- Essa não!...¿. Ela passou o restante da manhã assim... sentindo-se meio que nua para ele. E molhadinha.
Ele foi andar pelo Centro de Curitiba. Combinaram que ele voltaria antes do meio-dia para que almoçassem juntos. Ela, estranha e repentinamente, lembrou ¿...de um cliente que precisaria visitar sem falta aquela tarde...¿. Saiu para almoçar junto com ele. E só voltou no dia seguinte..."

:: Blogado por Sir_Guillermo-


postado por Anjatchellla

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6:34 PM

ESCRAVOS DO PRAZER
Mundo sadomasoquista é cheio de regras e sinais para tentar prevenir exageros.
Apesar do perigo iminente, tribo só cresce
Existe uma comunidade no Rio de Janeiro onde baunilha não é só um sabor
de sorvete, mulheres se excitam mais por coleiras de couro do que por alianças
de ouro e 24 X 7 não é medida de terreno nem placar de jogo, mas tempo de
dedicação de um parceiro (24 horas, sete dias na semana, no caso). Unida
e anônima por obra da Internet, a tribo BDSM-Rio ? formada por praticantes
de bondage (amarração com cordas, correntes e até tiras), dominação e sadomasoquismo
? desenvolveu vocabulário, regras e até eventos de intercâmbio com outros
estados.

Pelo sucesso das festas, como a Fetixe, com ?x? mesmo, que reúne até 150
adeptos em boates e casas de festas alugadas, e pela procura por salas virtuais
temáticas, a prática BDSM já virou negócio, com direito a publicação de
romance com venda na Internet. O autor é um empresário casado, de 40 anos,
que na comunidade atende por Mestre Jot@SM. Sua mulher é ?baunilha? (apelido
dado aos não-praticantes). É com suas três escravas que ele realiza fantasias.
No livro Submissão Consentida, Jot@SM conta a história de uma masoquista
que descobre aos poucos o fetiche. ?Não misturo relações. A vida de casado
baunilha tem regras que não combinam, na minha visão, com o relacionamento
BDSM. Mas há pessoas que namoram ou moram junto com escravas. Muitas delas
também são casadas com baunilhas. Elas dizem que os maridos sabem do fetiche,
mas é mentira?, explica o empresário, com toda a naturalidade do mundo.



Os mestres, ou mentores, normalmente têm mais de uma escrava, com quem praticam
sexo e técnicas de submissão, que podem ser só verbais (humilhação em público)
ou físicas, como fazer do parceiro um cachorro, comendo na tigela e andando
de coleira. Se são sádicos, também se satisfazem em infligir dor na parceira,
com chicotadas, eletroestimulação e outras ?técnicas?. Os escravos, na maior
parte, se dedicam a apenas um ?mestre?.


?Só é preciso deixar claro que exigimos que a relação seja SSC, que quer
dizer sã, segura e consensual. A relação entre dominador e escrava tem que
ter confiança?, defende o advogado Álvaro, 40 anos, que atende por Mestre
Scorpion. Ele nunca achou graça em relações sexuais convencionais. ?Não
faço sexo baunilha há 12 anos. Acho uma nojeira, é uma violência comigo?,
finaliza.

DOMINAÇÃO
ENCONTRO A fisioterapeuta Nefer, 38 anos, é casada há 10 com um ?baunilha?.
Para realizar suas fantasias, ela organiza as festas Fetixe. ?Meu marido
se diverte assistindo às cenas. Gosto de humilhar os meus escravos verbalmente.
Não tenho necessidade de sexo?, conta ela. Ao contrário dos mestres, que
sempre transam com escravas, grande parte das dominadoras não tem relação
sexual com os seus escravos. É a política da ?supremacia feminina?.

ATRIBUIÇÕES Os dominadores têm relação de posse com suas escravas. Quando
elas são exclusivas, chamam-lhes de ?donos?. Muitas vezes, elas ligam para
os ?mestres? durante o dia para receber ordens e pedir consentimento para
decisões banais, como encontrar com as amigas. ?Tudo depende dos parceiros.
A relação entre dois ?bedessemistas? tem regras claras. Na comunidade, só
fica mal-visto quem desobedece o acordo, como se fazer de escrava exclusiva
e ter outro mestre?, conta a professora Fátima, 28 anos.


DOR Sadomasoquistas costumam ser extremamente exibicionistas. Gastam até
100 dólares com produtos importados como esporas e, muitas vezes, fabricam
chicotes e coleiras. Os mestres costumam ter brasões, que gravam nas coleiras
das escravas.


AS GÍRIAS
BAUNILHA. Como é chamado quem não é praticante BDSM.

BAUNILHA PLUS. Sexo convencional à la Marcos e Laura de Celebridade, com
tapinhas e xingamentos.


SISSI.
Homens que se travestem de mulher por imposição das dominadoras,
que lhes exigem serviços domésticos. O prazer está em ser humilhado.


24X7. Escravos que se submetem tempo integral.


DOG WOMAN.
Mulheres que se comportam como cachorras domesticadas.


SESSÃO ou CENA. Prática BDSM em ambientes reservados ou em público.


PALAVRA DE SEGURANÇA. Senha para interromper a sessão BDSM quando o escravo
não suporta mais a dor.




postado por Anjatchellla

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4:51 PM



EQUALIZE

As vezes se eu me distraio
Se não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito
E enquanto você conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho, tão de perto
Me balanço devagar, como quando você me embala
O ritmo rola fácil, parece que foi ensaiado

E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é

Eu vou equalizar você
Numa frequencia que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim

Adoro essa sua cara de sono
E o timbre da sua voz
Me dizendo coisas tão malucas
E que quase me mata de rir
Quando tento me convencer
Que eu só fiquei aqui
Porque nós dois somos iguais
Até parece que você já tinha
O meu Manual de Instruções
Porque você decifra os meus sonhos
Porque você sabe o que eu gosto
E porque, quando você me abraça, o mundo gira devagar

E o tempo é só meu e ninguém registra a cena
De repente vira um filme, todo em camera lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa frequencia que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim
música de Pity





postado por Anjatchellla

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4:33 PM

AGRADECIMENTO AS MENSAGENS DE SOLIDARIEDADE QUE RECEBI NESSES ULTIMOS 20 DIAS
E DEIXARCLARO QUE ESSE ASSUNTO É PASSADO

Gostaria de agradecer as mensagens recebidas em solidariedade sobre o tema :: A IMPORTANCIA E A RESPONSABILIDADE DE SE TORNAR UM DONO

Muito obrigado amulher obediente{Tt}ea nanda sub pelas mensagens solidárias pelo fato acontecido comigo e meu ex Dono.

A IMPORTANCIA E A RESPONSABILIDADE DE SE TORNAR UM DONO

Anjnha,
Realmente achei um absurdo o que esse Dominador Fez.
Mas você não imagina como estou feliz de saber que vc ja superou tudo e que estámuito bem.
Sinto que esta cada dia mais feliz e também sei que isso tem um motivo especial.
Espero que guarde este motivo por muito tempo dentro do seu coração e saiba o momento certo para dividi-lo com os outros. Como sua amiga de infancia , já sei que é bom e positivo pra você,que deus te abençoe e a seu coração.
Beijos
nanda_sub


prezada anjinha,
achei suas colocações muito oportunas. pelo que vii, vc tomou
uma série de precauções e mesmo assiim encontra-se nesta
difícil situação. espero que tudo melhore rapidamente, e que
vc tenha o mais rápido possível a paz ao lado de um dono que
tenha capacidade para reconhecer seu valor.

com tudo isso, lanço aqui um questionamento:
- qual o real valor de uma coleira virtual e de um contrato?
o que eles asseguram?
mulher obediente{Tt}

RESPOSTA
mulher obediente {Tt}

No caso que vivi, pelo sujeito ser como uma pessoa querida no meio confiei em tudo que ele colocou , mas depois me provou ser um moleque, seus atos não me asseguraram nada.
Carinhosamente
Beijos Subs
anjatchellla(anjinha)

Mulherobediente {Tt},

Só escrevi esse texto para que servisse de alerta para todas as subs, e depois de estar bem recuperada,não estou em paz com um Dono , mas to em paz comigo mesmo. Se pintar um Dono já estou plenamente recuperada sobre este incidente, só tenho pena desse ser ,pois espero que nem reapareçano meio, pois será muito bem esculhachado por mim e alguns amigos chegados.
Estou muito feliz e espero continuar assim com meus caminhos abertos pra um novo relacionamento.

Carinhosamente
Beijos Subs
anjatchellla(anjinha)

hehehehe, anjinha... é isso... fico feliz que já estejas bem.
serve de alerta e reflexão.

muitas relações sem contratos podem ser milhões de vezes mais
sérias e confiáveis que outras que tanto seguem todas as
liturgias, na minha opinião. o bom senso, a lealdade e a
responsabilidade não podem ser julgados apenas por páginas de
um contrato, principallmente num país onde não se respeita
nem mesmo o que tem força de lei. como sempre, nada de
generalizar. apenas manter os olhos abertos, mesmo que
contrariando kubrick..rs....

boa noite a todos,

mulher obediente {Tt}
"amoroso palor meu rosto inunda, mórbida languidez me
banha os olhos, ardem sem sono as pálpebras doridas,
convulsivo tremor meu corpo vibra: quanto sofro por ti!
nas longas noites adoeço de amor e de desejos e nos meus
olhos desmaiando passa a imagem voluptuosa da ventura"
(álvares de azevedo, à t...)









postado por Anjatchellla

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12:12 AM

FELIZ DIA DOS NAMORADOS











postado por Anjatchellla

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12:07 AM



TER OU NÃO TER NAMORADO

Ter ou não Ter Namorado

Artur da Távola





Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado não é quem não tem amor: É quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho. não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria. não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. É fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar. não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário. Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor. não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro. Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais. não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado é porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de queimar-se em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio. Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.

"Enlou-cresça"












postado por Anjatchellla

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11:38 PM

SEXO Rita Lee

Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia

O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão
Sexo é padrão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom...
Amor é do bem...

Amor sem sexo,
É amizade
Sexo sem amor,
É vontade

Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes,
Amor depois

Sexo vem dos outros,
E vai embora
Amor vem de nós,
E demora

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é isso,
Sexo é aquilo
E coisa e tal...
E tal e coisa...













postado por Anjatchellla

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11:02 PM



























postado por Anjatchellla

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9:16 PM














O que significa o Emblema BDSM?


O Emblema BDSM não tem simbolismo "óbvio" porque foi criado para ser enigmático. Para os observadores baunilhas que poderiam se ofender ou repelir o BDSM, é meramente uma peça de joalheria atraente. Conseqüentemente, podemos usá-la tão livremente como uma saudação entre amigos, meneio de cabeça, e piscar para os outros BDSMistas que podemos passar por acaso pelas ruas ou avenidas do nosso dia-a-dia.

Para que está no meio, no entanto, o Emblema BDSM é cheio de significados.

As três divisões representam as várias tríades do BDSM. Em primeiro lugar, as três divisões do próprio BDSM: B&D, D/s e S&M. Em segundo, os três modos do comportamento: São, Seguro, e Consensual. Em terceiro, as três divisões da comunidade: Tops (Doms/Dommes), Bottoms (submissos) e Switchers.
É essa segunda simbologia que justifica os buracos em cada uma das divisões.

Desde que o BDSM seja no mínimo um tipo de jogo e no máximo um estilo de amor, os buracos representam a incompletude do individual dentro do contexto BDSM. Por mais "inteiros" e "juntos" os indivíduos possam estar, sempre fica uma lacuna dentro deles que somente pode ser preenchida por um outro indivíduo complementar. BDSM não pode ser feito sozinho.

A similaridade do símbolo BDSM com o símbolo do Yin-Yang não é acidental. Como a curva de fora do Yin-Yang representa a tênue fronteira onde um termina e o outro começa, então as bordas curvadas nesse caso representam a separação indistinta de B&D, D/s e S&M.

O metal e a cor metálica do medalhão representam as correntes e ferros da relação servidão/propriedade. Os três campos internos são pretos, representando a celebração do lado obscuro da sexualidade controlado dentro do BDSM.

As linhas curvas propriamente ditas podem ser vistas como uma representação estilizada de um chicote que este balança, ou até mesmo um braço em vias de entregar-se a um erótico spanking. O círculo que envolve a tudo isso, claro, representa a unidade do todo e do uno de uma comunidade que pretege a si mesma.

copyright 1995, 1997, Quagmyr@aol.com














postado por Anjatchellla

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1:42 PM


Tudo do Universo BDSM/Fetichista para Fetichistas, Simpatizantes, Dominadoras, Dominadores, Senhores, Senhoras, Mestres, Mestras, Rainhas, Dommes, Doms, Wannabes, Submissos, Submissas, Masoquistas, Escravos, Escravas, Sadomasoquistas.... enfim, para todos aqueles que apreciam o BDSM.




...










postado por Anjatchellla

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2:12 AM




Minha Introdução no BDSM

Conheci o BDSM a 10 anos com um namorado ,que depois de 1 mês de namoro me disse ser dominador.
Bem na época nossa relação já era totalmente atípica, eu com 23 anos ele com 46 , eu começando minha pós graduação , ele meu professor , casado em processo de separação (que eu não acreditava).Conversamos muito sobre o fato dele ser Dominador, não conhecia nada do assunto, e me deu três opções, terminar tudo, aceitar ele ter uma sub fora sua esposa que tb não participava de nada ou ser sua sub, depois de muita conversa aceitei virar sua sub , só que deixou bem claro que faria meu treinamento aos poucos , e que apesar deu não acreditar , como ele sabia que sua separação estava para sair, no dia que saísse se eu estivesse já apta, me entregaria sua coleira,achei aquilo tudo meio surreal, mas topei. Neste mesmo dia, íamos a um show, e no caminho, começou minha vida de total submissão ao homem amado, ainda no carro, antes de irmos pro show, acertamos os últimos detalhe, e ali mesmo , sacou uma corrente, amarrou minhas mãos e me disse para ficar quietinha até onde mandasse, suor , medo , desejo e entrega , tudo se passava na minha cabeça.Ficamos uns 40 min naquele carro, com ele explorando meu corpo, me mostrando bem quem mandava ali, me deixou já com algumas marcas, arrancou minha calcinha, quardou em sua pasta, me beijou delicadamente e disse que só faltava um detalhe para eu estar pronta para irmos ao show , me soltou ,tirou minha camiseta e me colocou uma blusa linda grafite, bem decotada e transparente, perguntou se eu havia gostado, antes mesmo de responder, ele disse que havia adorado, e que ele que ia cuidar, me prendeu novamente e partimos pro show, no caminho, entre apertões , puxadas de cabelo, tapas nos meus seios e nas coxas, muitos beijos. Acho que desse show não esqueço nunca mais. Depois disso foi cada dia sendo mais rigoroso, me adestrava por telefone, bilhetes, e quando ficávamos a sós , mas tb sempre deixava um pouco do seu lado baunilha para me surpreender.
Bem na época eu supervisionava uma rede de 5 lojas de decoração e ele além de dar aulas tinha sua empresa de consultoria. Passávamos todo o tempo que tínhamos e podíamos juntos , quando terminei meu primeiro período de pós , ele me chamou para ser sua assistente, não larguei definitivo o outro emprego, mas topei.Era mais uma maneira de controlar meus passos, meus horários e ao mesmo tempo que me enlouquecia me fascinava.Na época , eram raros os celulares, eu tinha um das lojas, e ele pela profissão,sempre me ligava passando as mais loucas instruções,já não mais me pertencia, minha vida , meu trabalho, meus estudos e minha alma eram totalmente controlados, por meu Dono. Um dia , estava numa das lojas de shopping, o tel toca, era ele, me deu 30 min para terminar tudo que precisava fazer na loja, pois queria sair comigo. Fui, nem lembrei que faltava uma semana para meu aniversário, primeiro fomos a uma sex shop, e ele comprou tudo que achava que eu deveria ter, e lógico que mais coisas para ele, depois fomos pegar meu presente, uma pulseira linda, de prata,com o apelido pelo qual sempre me chamou por dentro, Anja e seu nome por fora, e o anel igual , como sempre me surpreendendo. Fomos jantar , e durante o jantar, me entregou outra caixa, olhando fundo nos olhos, mandou eu ir no banheiro e colocar aquela lingerie, pois saindo dali ,iria ter uma seção como nunca conseguimos tempo e não me achava capaz de ter. Me apavorei , pois conhecia o lado humano e romântico de meu Sr , mas tb conhecia muito bem seu lado sádico. saímos dali para a mais longa e assustadora seção que já havia tido. Meu Sr sempre soube o que fazer e como fazer, cada vez, conseguia mais minha submissão, não pelo castigo, pela Dominação por dominar, mas sim pelo amor que já tínhamos um pelo outro.
Num feriado, tínhamos um curso para dar em SP, aproveitei para dar meu primeiro curso na área, viajar com meu Dono , amo, Sr e meu grande amor, e sem saber receber o maior presente BDSM que já ganhei até hoje.
Sempre achei ele muito autoritário, mas algumas ordens , até sem nexo, na minha cabecinha, mas ele já sabia o que estava fazendo. Subi para tomar um banho antes de almoço, ele ficou conversando com o pessoal do evento, antes me chamou, puxou pelo braço, me disse ter dois presentes aquele fim de semana,
e que o primeiro estava no quarto e era para eu usar completo e depois descer. Estranhei, mas fiz, quando abri a caixa, vi um vestido , lindo, cinza chumbo,sua cor predileta, sem alças , um conjunto de lingerie , uma gargantilha igual ao anel e pulseira que já avia ganho, só que com o nome dele com maior destaque, e mais dois envelopes, um dando , todas as instruções , do banho ao colocar a gargantilha, e outro com a cópia de sua separação, e um novo cartão comercial com novo endereço de residência e uma cópia da chave , fiquei radiante, não acreditei que aquele homem que eu tanto amava, poderia estar virando oficialmente meu Dono. Me arrumei , fiquei pronta, para meu Dono e desci para o almoço que encerrava o curso , depois o fim de semana era nosso. Durante o almoço, ele não parava de alisar minha gargantilha e disse que aquilo era só o começo, que eu não sabia o que me aguardava para o resto do fim de semana, com ar sádico e amoroso ao mesmo tempo.
saímos dali, fechou a conta do hotel, e fomos para um apart , não sei como fez , nem como teve tempo , mas estava todo decorado , como ele sabia que gostava, velas decorativas em todos os cantos, pétalas de roas ,muitas, jogadas na cama, e todos os seus acessórios numa longa bancada , fora mais quatro caixas de presentes que , segundo sua voz calma e autoritária só poderia ir abrindo aos poucos, ali me comunicou oficialmente sua separação, me colocou uma coleira linda de couro com seu nome e mais 3 fininhas só com suas iniciais, me deu um chaveiro igual a coleira, para colocar a chave de seu novo apartamento e um anel que simbolizava nossa aliança, que quando vi ele já estava com um. Mais encantada impossível, do nada, me jogou na cama e disse que tinhamos muito a conhecer, iniciou mais uma seção, e mais uma vez, conseguiu com minha entrega e meu amor superar bem meus limites. Fim de seção, ainda assustada com tanta mudança e extasiada de felicidade , pois via que cada vez nós estávamos mais unidos, bem me mandou tomar banho me arrumar e abrir a segunda caixa , mais um conjunto de vestido sem alças e conjunto de lingerie, cinza junbo, uma outra coleira, essa mais pra noite, com uma pedrinha de turquesa entre suas iniciais , fui me arrumar enquanto ele se arrumava tb ,saímos, sabia que íamos jantar com um casal de amigos, mas faltava mais de duas horas para o jantar, quando vi me levou ao conhecido fomos a um bar onde , onde encontrou alguns amigos do meio BDSM ,cumprimentou algumas pessoas, mas sempre me deixando quietinha sem nenhum entrosamento, segundo ele na primeira ida só podia observar. De lá fomos ao jantar e depois voltamos para nosso cantinho. Chegando lá , pude abrir mais uma caixa, para minha surpresa, ele havia comprado tudo que achava necessário para que passamos aquele fim de semana, no nosso ritual de entrega, outra coleira , essa sim também simples , delicada, mas pra jamais ser tirada, mais um conjunto de lingerie e um conjunto lindo de dormir na sua cor predileta, além disto uma venda , fui tomar banho, me preparei para meu Dono, colocando a coleira que ele havia escolhido para aquele fim de noite, quanodo ele chegou por trás , me beijou e vendou, começou mais uma de enumeras seções. Aí começou nosso relacionamento Dom/ Sub, homem mulher.Ficamos mais dois anos e meio juntos , moramos juntos , enquanto sós era DOM SUB, com outros um casal.
Vivemos muitos momentos deliciosos de Dominação e submissão , tanto aqui quanto fora do Brasil, aprendi muita coisa com esse homem que virou um verdadeiro Dono de minha vida. Aprendi a viver e gostar de spanking , boundage, humilhação, exibicionismo, dominação psicológica e sobretudo servir ao meu Mestre sempre que ele desejar.
O desejo de servir , agradar meu Dono , velo-lo feliz , satisfaze-lo , ajoelhar-me aos seus pés , beija-los , e ficar a seu dispor , para todos os seus desejos. ele sempre gostou e sempre mereceu cada gota de meu suor para satisfaze-lo.
Depois de 3 anos e pouco de relacionamento, ele foi convidado para trabalhar fora do País e por motivos familiares, não podia ir naquele momento, resolvemos nos separar e se realmente fosse o caso, fosse o destino voltaríamos, mesmo eu tendo que ir encontra-lo onde mora até hoje. Quando terminamos , foi muito difícil pros dois, me deixou com todos os nossos " Brinquedinhos" mas fiz questão de colocar na mala dele sem ele ver, a única coisa que ele fez questão de levar foi a caixa onde guadrava minhas coleiras, com as cinco dentro, Fui leva-lo ao aeroporto e ali fiz meu ultimo ato de submissão e devoção a ele, como já havia dito , confirmei que ia me afastar por um tempo de várias coisas que tínhamos no nosso mundo BDSM , e que continuaríamos mantendo contato, para quem sabe ver no que daria, ali, com meu anel, pulseira e gargantilha, ainda me sentia totalmente dele. Com o passar dos meses, depois de uns meses, acabamos quebrando este elo de vez, mas na verdade , nada tenho a reclamar ou negar desse homem , meu primeiro Dono, que muito me ensinou, e muito me amou.
Mesmo fora e eu percebendo que não era aquilo que ele queria , me incentivou a procurar outro Dono, que na verdade , ele já sabia quem seria, uma pessoa que também havia trabalhado conosco, mas foi uma relação bem diferente, acabamos nos envolvendo muito também, mas ele era muito mais , companheiro do que qualquer outra coisa, vivemos intensamente uma relação D/s por um ano, mas nossa rotina de trabalho, diariamente juntos, a vida praticamente 24 hs juntos e no fundo a saudade que ainda sentia de meu primeiro Dono, foram nos afastando, até que nada acontece por acaso, e ele foi convidado para dirigir uma das empresas para qual prestávamos consultoria , no Sul, já não tão empolgada, e ele sentindo que não ia ser bom para nós , resolvemos abrir nossa relação e sei que ele está muito bem hoje, não temos contato, mas recebi noticias no meu aniversario de que as coisas pra ele também estavam como havia planejado.
Depois disso tive um casamento , bem baunilha, que não durou nem quatro anos , e que me trouxe muito aprendizado de vida, a nível de realizações pessoais e a nivel de relacionamento, e no auge da minha maior dificuldade nesta separação, foi este Homem, meu primeiro dono, hoje casado , com outra família, outra submissa, ainda fora do Brasil quem mais me apoiou, não foi família, ex-marido, ninguém sim meu ex Dono, que será sempre um grande amigo.Devo muito meu retorno ao mundo BDSM, a esse nosso reencontro e as conversas que tivemos, hoje é uma das pessoas que mais me apóia e incentiva a não abandonar a beleza que é viver a vida e seu lado BDSM, e vive-lo intensamente.
Mesmo sem Dono,talvez encotrando um , mesmo descobrindo mil coisas, buscando o caminho que me melhor servir, sei que terei esse amigo, para consultar nas horas de dúvidas, incertezas e dificuldades.
Hoje sei que tenho novos amigos, que posso contar , da mesma maneira que conto com os retornos de seus e-mails, mas sei também, que na hora certa aparecerá um novo Dono e que nada será igual, pois o bom desta vida é que sempre temos surpresas, tudo se renova e a cada dia nos tornamos pessoas melhores e mais capacitadas.

anjatchellla (Anjinha)











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1:49 AM

TEXTO ENVIADO PELA AMIGA KAMRA

Resista...


Resista um pouco mais,
mesmo que as feridas latejem e
que sua coragem esteja cochilando.
Resista mais um minuto
e será fácil resistir aos demais.

Resista mais um instante,
mesmo que a derrota seja um ímã,
mesmo que a desilusão caminhe em sua direção.

Resista mais um pouco,
mesmo que os invejosos digam para você parar,
mesmo que sua esperança esteja no fim.

Resista mais um momento,
mesmo que você não possa avistar
ainda a linha de chegada,
mesmo que as inseguranças brinquem
de roda à sua volta.

Resista um pouco mais, mesmo que
a sua vida esteja sendo pesada
como a consciência dos insensatos
e você se sinta indefeso como
um pássaro de asas quebradas.

Resista, porque o último instante da madrugada
é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço
e essa manhã bonita,
ensolarada, sem algemas,
nascerá para você em breve, desde que você resista.

Resista, porque estamos sentados
na arquibancada do tempo,
torcendo ansiosos para que você vença
e ganhe de Deus o troféu que você merece:

A Felicidade!!

(Paulo Jorge )






postado por Anjatchellla

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8:07 AM

A IMPORTÂNCIA E O VALOR DE UM VERDADEIRO DOMINADOR
CUIDADO COM OS DANOS QUE UM FALSO DOMINADOR PODE CAUSAR


O valor da coleira. Para que se faz um contrato ? A importância da verdade.

Qual a verdadeira importância da coleira? porque redigir um contrato se nem se importa com nada.
Para mim a coleira é o símbolo de união do Mestre com sua sub ,é como uma aliança numa relação baunilha. O contrato a confirmação desta união.
Sempre me foi recomendado conhecer bem o Dom antes do primeiro encontro, nesse caso levei quase um mês para encontrar meu este Dom. Quando resolvemos que nos acertaríamos marcamos o encontro para verse realmente era isso. Foi fantástico, deu tudo certo na hora e enquanto ele não deixou amascara cair.
Quando existe o encontro, o acerto de uma sub com o Dom tudo fica bem esclarecido e acertado. Aprendi a tomar muito cuidado com isso,tomar muito cuidado ao conhecer um Dom, a tomar muito cuidado na hora de aceitar a coleira de um Dom. Pena que muitos nos primeiros encontros, e até primeiros meses demonstram ser aquilo que não são,se mostram decididos fortes leais carinhosos,principalmente quando se envolvem sentimentalmente com a sub, a ponto de registrar contrato de forma bem carinhosa, troca de alianças e registrar um site em conjunto.
Saímos várias vezes, sempre nos divertimos , encontros a sós , barzinhos , passear pela praia, ficar na minha casa , tudo perfeito ,um verdadeiro casal BDSM,participamos de eventos e tudo mais que poderia acontecer. Mas casualmente apesar de teoricamente estarmos namorando, todo fim de semana a pessoa evaporava, ou dormia o dia todo ou nunca estava em casa,sempre tinha uma justificativa.
Pena que esta mesma pessoa na hora da dificuldade, da diversidade,problemas de ordem pessoal ,não consegue chegar para sua sub e colocar a situação e se esconde não falando mais, não atendendo telefonemas e nem procurando mais sua sub/namorada.Alguns podem perguntar , o que fez para que ele agisse assim, nada, só obedeci suas ordens e fiquei aguardando enquanto ele se escondia atrás da sua falta de coragem de falar a verdade. Nada fiz a esse Mestre a não ser , ser solidária em suas aflições ,prestartoda solidariedade possível na dificuldade que estava passando e servi-lo da melhor maneira possível. Se decidiu agir assim simplesmente sumindo, agiu por que quis ,e da mesma forma já que não temos mais contato, vejo que esse vinculo foi realmente quebrado. Só não gostei da atitude, sumir é fácil, assumir seus atos é difícil. Encaro hoje isso como uma atitude de um covarde. incapaz de expor suas decisões e seus sentimentos.
Acho que na hora do término deveríamos fazer a mesma coisa,.
Tenho visto ultimamente muitos Dons do nada , sumirem, pararem de falar com suas subs sem se quer lembrar que elas carregam sua coleira.
Já enfatizei isto num texto meu , a sinceridade e honestidade tem que haver no inicio e no fim, pois assim damos segurança para subs e Dons saberem quando estam realmente se entregando numa relação Sm de respeito.
Depois de tanta decepção , pude ouvir palavras de pessoas do meio que considero muito e são experientes, vi que tomei a decisão correta. pois este Dom na verdade nunca deu o verdadeiro valor nem a coleira, nem as nossas alianças e nem ao contrato por ele redigido e adaptado por uma terceira pessoa.
PRIMEIRA OPINIÃO
"A importância da coleira.. qual é?
Terrível ouvir esse tipo de argumentação ainda.
O ápice de uma relação entre dois adeptos do sadomasoquismo é a coleira. Ela simboliza a união desses dois, a confiança que um pode depositar no outro tranqüilamente, sem se preocupar com SW ou coisa que o valha. Como uma aliança baunilha.
É lindo você colocar uma coleira no pescoço de sua escrava. Saber que essa pessoa se entregou a ti, confia-lhe a mente e o corpo, com total confiança,
sabendo que não será decepcionada. Aguardo ainda o dia em que teremos um ritual todas as vezes que alguém receber uma coleira de seu Dono.
Mas, quando chega esse momento? Quando é a hora que você presenteará sua submissa? Quando ela passará a usar as suas iniciais como marca registrada numa coleira, simbolizando que ela é sua posse, que ela lhe pertence de corpo e alma? Minha resposta: quando os dois estiverem prontos. Quando a sintonia entre os dois chegar a um ponto tal que sabe-se exatamente o que ela deseja, o que a excita, o seu limite, o momento de pausar, quando a castigar ou punir, o momento de se aumentar o seu limite, o momento de parar a sessão sem que seja necessária a intervenção dela.
É fácil chegar e falar pra outra pessoa: a partir de hoje tu carregas minhas iniciais. Bonito não é? Mas pensou na conseqüência desse carregar? pensou na importância de ter uma pessoa usando as iniciais de seu Dono?
Quando a submissa recebe a honra de usar as iniciais de seu Dono, recebe junto a missão de ser cuidada, de ser lapidada, de ter sua vida controlada, de ter seus limites aumentados, de ser tratada com respeito e carinho. Sim..
respeito e carinho.. não é porque é submissa que deve ser tratada como trapo, como vejo muitos doms e dommes fazerem... um verdadeiro Dominador respeita sua submissa.
Repararam nas letras minúsculas e maiúsculas que usei, não? Pois é.. para este Lobo velho, um dom que não respeita sua sub é em minúsculo mesmo.. Não é um real dominador. Volto a frisar, este é MEU pensamento.
Dominar é uma arte, um dom nato, não é um exercício que se faz e aprende... a mente da submissa é sua... os limites dela passam a ser os que vocë
determinar... os desejos dela passam a ser os que você permitir... ela entrega sua vida em nossas mãos.

Nada dura para sempre... Nem tampouco uma bela e deliciosa relação SM.
Mas posso afirmar com absoluta certeza. O REAL Dominador ao encerrar seu "contrato", não larga sua posse sem uma justificativa, sem uma conversa franca e sincera. E a larga, sabedor que enquanto ela esteve sob seus cuidados, foi muito bem orientada, muito bem trabalhada, muito bem tratada, e porque não, muito bem torturada. Diria até que a mente de uma submissa pertencente a um Dom que soube dominá-lá será sempre dele, mesmo que ela passe a ser de outro. Realmente creio nisso.'
Apesar de não concordar com esta ultima parte , concordo em quase tudo com essa opiniãoque me foi passada.
MAIS UMA OPINIÃO QUE ME AJUDOU MUITO APESAR DE NÃO SE ENQUADRAR TOTALMENTE NO CASO.
"Assino embaixo.
Uma coleira é algo mágico.
Para ambas as partes... e apenas quando ambas as partes estão felizes é que esta tem seu valor.
E há quem coloque coleira só pra "comer" a escrava.
Azar de quem não se valoriza... pois não é por falta de conselhos que os novatos do SM irão pelo caminho errado.
Colocam a coleira desse ou daquele e depois vem as lamentações...

Coleira e postura: duas coisas essenciais para um bom SM.
A coleira valorizada pela ética e responsabilidade de quem a coloca e a Postura de quem será encoleirada...

Dá até arrepio algumas histórias de encoleiramentos...
Mas continuo dizendo: não é por falta de avisos que os erros acontecem."
BEM TOMEI TODOS OS CUIDADOS POSSÍVEIS , QUEM ME CONHECE SABE QUE PRA ACEITAR UMA COLEIRA É difícil, PREFIRO CONHECER BEM, SÓ QUE TEM PESSOAS QUE MANIPULAM TÃO BEM QUE VC ACABA PENSANDO QUE A PESSOA É O QUE DIZ QUE É, QUE NA VERDADE NÃO É.
MAIS UMA OPINIÃO QUE REALMENTE ME MOSTRA QUE ESCOLHI O CAMINHO CERTO.APESAR DETERCERTEZAQUE EU SOUBE ME PORTAR E ME DAR VALOR.

"As pessoas sempre interpretam situações de diferentes formas e eu não estou escrevendo-lhe para julgar este ou aquele.
Mas eu chamo atitude como a que você relatou de molecagem.
Não julgo o pecador.... mas o pecado... e atitudes como essas são repugnantes ao meu ver.
Escrava tem sentimento sim, assim como o dono.

Mas não esqueçamos que nosso SM tem muitos traços baunilhas...
Há sentimentos envolvidos, sonhos, esperanças e a destruição deles é um preço que nem sempre vale a pena pagar.

Mas eu desejo a você Anja, muita força e coragem para continuar nesta arte que a olhos vistos você adora: o SM.
Conte com nosso apoio."
BEM DEPOIS DESTA ,PARA AQUELES QUE AINDA ME FAZEM PERGUNTA SEM SENTIDO, CADÊ SEU DONO , AI VAI MEU RELADO SOBRE O VERDADEIRO FIM QUE ELE LEVOU.

anjatchellla (anjinha)

www.fetixe-rio.com.br












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7:59 AM

TEXTO CEDIDO POR DOMME MORRIGAN
PRÁTICAS SEXUAIS DITAS "DESVIANTES": PERVERSÃO OU DIREITO Á DIFERENÇA?

Autora: Maria Cristina Martins, Psicóloga Clínica e Especialista em

Sexualidade Humana - Unicamp - Campinas - SP - BRASIL

E-mail: machriss@globo.com

Co-autor: Paulo Roberto Ceccarelli, Psicólogo, Psicanalista, PhD em

Psicopatologia e Psicanálise por Paris VII, Paris - França; Professor do Dep. De Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - BRASIL

E-mail: pr@ceccarelli.psc.br

Homepage: www.ceccarelli.psc.br


INTRODUÇÃO

A Internet tornou-se mais um veiculo onde pessoas, de forma ocasional ou rotineira, podem desfrutar e realizar fantasias e desejos muitas vezes inconfessáveis e frustrados em seus relacionamentos amorosos e sexuais, de forma segura e anônima sem que suas identidades reais sejam reveladas. Da mesma forma, a Internet propicia oportunidades para que homens e mulheres, independente de orientação sexual, estado civil, idade e com distintas preferências sexuais, possam tornar concreto no mundo "real", um contato iniciado e mantido através da comunicação on-line (Martins & Grassi, 2001). Partindo-se da premissa que a definição de "normalidade" é histórica e culturalmente construída, conceitos como "normal", saudável" e "patológico" estão sendo questionados por todos os profissionais que se interessam pelo estudo e compreensão da sexualidade humana. As inúmeras manifestações da sexualidade humana, assim como as mais variadas buscas de prazer, confirmam uma vez mais que no ser humano a sexualidade não está vinculada á procriação. A dinâmica da sexualidade humana - o que leva um sujeito a ter a sexualidade que tem - vem sendo objeto de estudo desde a Antiguidade sem que um consenso tenha sido alcançado, o que têm levado à busca de novos paradigmas para compreender os comportamentos sexuais ditos "desviantes". Uma das razões que dificulta a compreensão dos interesses sexuais não convencionais é que o paradigma sexual tradicional, baseado na psicologia, psiquiatria como também na opinião popular, assume que a procriação é a mais importante função biológica (Fog, 1992). A maioria dos dados coletados e estudados sobre comportamentos ditos "desviantes" foram baseados em casos considerados patológicos. Tais estudos foram feitos sob a ótica médica forense, ou tendo como referência pessoas que procuravam tratamento psiquiátrico e/ou psicológico por suas preferências sexuais "desviarem" do comportamento sexual "normal" (Ceccarelli, 2000). Este último entendido como o relacionamento sexual heterossexual, finalizado com a penetração genital e com o intuito de procriar. Certas práticas sexuais ditas "desviantes" como o Sadismo e o Masoquismo Sexual, como também o Fetichismo são categorizados como "parafilias" e comportamentos disfuncionais pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - 4a Edição (1995) da Associação Americana de Psiquiatria (APA) e pela Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados á Saúde -10th Revisão (1999) da Organização Mundial da Saúde, o que tem gerado muitos debates em relação ao seu critério diagnóstico, com o qual muitos profissionais que se interessam pelo estudo das práticas sexuais "alternativas", não concordam.

O objetivo do presente estudo é explorar a sexualidade humana nas suas mais diversas variações como o BDSM ( Bondage/Disciplina, Dominação/Submissão, Sadismo/Masoquismo) ou SM e Fetichismo, através de um questionário on-line enviado á um grupo de pessoas que se descrevem como praticantes de BDSM e Fetichismo e que tem na Internet o seu referencial para a troca e procura de informações, assim como para a procura de parceiros que partilham das mesmas fantasias sexuais.

Este estudo não tem a intenção de incentivar ou condenar a escolha de práticas sexuais, mas explorar a diversidade da sexualidade humana adulta de um grupo de pessoas dentro do contexto da sociedade brasileira contemporânea.

MÉTODO

Um e-mail foi enviado ás várias listas de discussão e classificados postados em websites dirigidos aos praticantes de BDSM consensual e Fetichismo do Brasil e que utilizam a Internet como um meio para a troca e obtenção de informações e contatos com pessoas que partilham das mesmas fantasias sexuais. Explicou-se o caráter exploratório do estudo, o qual seria basicamente conduzido por e-mail, onde a identidade real dos participantes seria preservada. Os interessados deveriam ter mais de 18 anos de idade, não importando sua orientação sexual e estado civil. Aos voluntários foi pedido que entrassem em contato replicando ao e-mail enviado. Cento e onze pessoas de vários estados brasileiros manifestarem interesse em participar. Foi-lhes enviado, então, um questionário abordando questões como: o que os levava á usar a Internet; quais as práticas sexuais em que estavam envolvidos; como e quando se interessaram por atividades sexuais consideradas "diferentes" e como se sentiam em relação a ter prazer com práticas consideradas não convencionais.

Informações sobre a idade, formação religiosa, sexo, estado civil, nível de escolaridade, e orientação sexual, também foram objeto de interesse para a pesquisa. Não foi objetivo do presente estudo, estabelecer critérios diagnósticos da amostra pesquisada nem tampouco descrever em detalhes as práticas sexuais não convencionais.

REVISÃO

Apesar da crescente evolução observada ao longo dos anos nas ciências humanas e nas áreas tecnológica e científica, a sexualidade ainda é objeto de muita especulação, preconceitos e tabus. Se observarmos as diversas reações da atualidade frente às manifestações sexuais, veremos o quanto

tais reações permanecem imutáveis ao longo da história. Embora a "revolução sexual" dos anos sessenta e os inúmeros movimentos objetivando o reconhecimento dos direitos humanos, sobretudo os feministas, tenham mudado o cenário social, a sexualidade continua sendo um enigma para o ser humano e objeto de muitas discussões desde a Antiguidade.

No séc. V, a partir dos grandes Padres da Igreja - Agostinho, Jerônimo e Tomás de Aquino, o cristianismo passa a vincular sexualidade e procriação: o exemplo inquestionável a seguir é a vida "naturalmente heterossexual" dos animais. Toda prática sexual que escapasse a esta norma traria o chamado "estigma negativo do prazer". Surge a partir de então, uma forma de moralidade que é essencialmente uma moralidade sexual. As práticas "contra a natureza" - consideradas atentado ao pudor, aos bons costumes, e à opinião pública - acarretam severas sanções para que o "normal" seja mantido. Entretanto, a história assim o mostra, tal objetivo nunca foi alcançado: a sexualidade sempre escapou a toda e qualquer tentativa e normatização (Ceccarelli, 2000).

Na segunda metade do século XIX aparece o discurso psiquiátrico contemporâneo que, marcado pela mesma visão moralista, dá continuidade às posições teológicas e jurídicas, trazendo para a ordem médica o que, até então, era do jurídico. Os grandes psicopatólogos da época, dentre eles, Havellock-Ellis (1888) e Kraftt-Ebing (1890), classificaram e etiquetaram as práticas sexuais que escapavam aos ditames morais. Traçou-se um minucioso inventário das sexualidades ditas desviantes, onde novas formas de práticas sexuais, que utilizam o outro para a obtenção de prazer e a finalidade natural da sexualidade - a procriação - é subvertida, são criadas: homossexualismo, voyeurismo, exibicionismo, sadismo, masoquismo, juntando-se á infindável nosografia psiquiátrica da época. É também nesta época que termos que, mais tarde, tornaram-se clássicos, são aí introduzidos: perversão (1882, Charcot e Magna), narcisismo (1888, Havellock-Ellis), auto-erotismo (1899, Havellock-Ellis), sadismo e masoquismo (1890, Krafft-Ebbing) [Ceccarelli, 2000].

No final do Séc. XIX, e de forma ainda mais contundente no início do XX, Sigmund Freud em seu texto mais importante sobre a sexualidade, os "Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade" publicado em 1905, sustenta que subordinar a sexualidade á função reprodutora é "um critério demasiadamente limitado". Na perspectiva freudiana, a sexualidade é contra a natureza, ou seja, em se tratando de sexualidade, não existe uma "natureza humana". (Ceccarelli, 2000).Joyce McDougall e o conceito de "Neo-Sexualidade". A autora contemporânea Joyce McDougall (1997) fez uma importante e inovadora leitura crítica de Freud em relação á perversão. Segundo a perspectiva teórica desta autora, a palavra "perversão", denota uma conotação depreciativa e em direção ao mal, já que nunca se ouve que alguém foi "pervertido" para o bem. A autora sustenta que além da implicação moralista no uso vernacular da palavra, o atual padrão de classificações psiquiátricas e psicanalíticas é igualmente questionável.Ao se rotular e diagnosticar alguém como "neurótico", "psicótico", "psicossomático" ou "perverso", não se leva em consideração as inúmeráveis variações de estrutura psíquica de cada categoria clínica, perdendo-se de vista o aspecto mais notável aspecto dos seres humanos em sua estrutura genética, que é a sua "singularidade" (McDougall, 1997, p 186). Em relação ás chamadas sexualidades perversas como o fetichismo e as práticas sadomasoquistas, constata que as mesmas acontecem na qualidade de jogos eróticos nas atividades sexuais de adultos não-perversos, sejam estes heterossexuais ou homossexuais, sendo que tais práticas não despertam conflito, pois não são experienciadas como compulsivas ou como condições exclusivas para o prazer sexual. Já os adultos heterossexuais e homossexuais que só tem roteiros eróticos fetichistas ou sadomasoquistas, para os quais essas práticas sexuais são a única via de acesso ás relações sexuais, deve-se tomar o cuidado quanto á desejar que essas pessoas percam essas versões heterodoxas de desejo, simplesmente porque podem ser consideradas sintomáticas. Ao invés de "perversão", McDougall (1997, p 188) prefere nomeá-las como "neo-sexualidades". Segundo a autora, o termo "perversão" seria mais apropriado "como um rótulo para atos em que um indivíduo impõe desejos e condições pessoais a alguém que não deseja ser incluído naquele roteiro sexual (como no caso do estupro, do voyeurismo e do exibicionismo) ou seduz um indivíduo não-responsável (como uma criança ou um adulto mentalmente perturbado").[McDougall, 1997, p 192].

Os Manuais de Saúde Mental e o Projeto ReviseF65 Svein Skeid é um dos responsáveis pelo projeto ReviseF65 ou Projeto CID (www.revisef65.org), o qual tem como objetivo através de um website e um grupo de discussões na Internet de mobilizar grupos SM/Couro/Fetichista e profissionais da área da saúde mental mundial, com o intuito de retirar o diagnóstico psiquiátrico ("parafilias") do Fetichismo, Transvestismo e Sadomasoquismo, da Classificação Estatística Internacional das Doenças e Problemas de Saúde (www.revisef65.org/ICD10.html), publicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O diagnóstico de "parafilia" pode servir como justificativa á estigmatização e violência contra as minorias sexuais. Vários relatos de violência contra praticantes do Sadomasoquismo e Fetichismo, podem ser encontrados no website do ReviseF65 (www.revisef65.org). A U.S Leather Leadership Conference relata que de trinta a cinqüenta por cento da população SM sofre discriminação, violência ou perseguição devido a sua orientação sexual. O Projeto CID (ICD) afirma "que estigmatizar minorias através de diagnóstico de sua orientação sexual é tão desrespeitoso como discriminar pessoas por sua raça, etnia ou religião (www.desejosecreto.com.br/revisef65.html).

Trata-se sem dúvida de uma proposta legítima em defesa dos direitos humanos das minorias sexuais.Países como a Dinamarca, em consonância com as necessidades e direitos legítimos das minorias sexuais, retirou totalmente o diagnóstico de sadomasoquismo em 1995 de seus manuais de saúde.O Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais-4a.Edição (DSM-IV, 1995, pp 495), também classifica o Fetichismo, o Sadismo e o Masoquismo Sexual como "parafilias", onde além de ter fantasias e impulsos sexuais, recorrentes e intensos ou comportamentos envolvendo tais práticas (Critério A), essas fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos devem causar sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo (Critério B).[DSM-IV, 1995, p 495]. Caso o Critério B não seja atendido, as variantes sexuais acima não são consideradas patológicas ou sintomáticas, configurando-se apenas uma variação da sexualidade humana adulta.

Devido á falta de informação, desconhecimento do que se tratam as práticas eróticas consensuais, seus praticantes são erroneamente confundidos com vítimas ou perpetradores de atos coercitivos de violência e abuso sexual.

Conceitos e Práticas BDSM

As práticas sadomasoquistas consensuais e fetichistas não são facilmente definidas, pois abrangem um leque de comportamentos onde muitos dos praticantes não apreciam todos os papéis e tividades, estando a descrição detalhada de cada prática BDSM e fetichista, fora do âmbito do presente estudo. Focaremos, no entanto, os termos mais gerais.

O termo "BDSM', que se refere ao universo sadomasoquista como um todo, envolve todos os seus aspectos - dominação, submissão, bondage, disciplina, sadismo e masoquismo, enquanto "SM" significa "sadomasoquismo" (Paschoal, 2002, p 14). Entretanto, a relação entre os dois termos é análoga á distinção entre os termos "homossexual" e "gay" (Moser, 1996, p 24).

Segundo a perspectiva teórica deste autor, "Dominação e Submissão (DS), implica na transferência deliberada do controle psicológico e sexual de um parceiro para o outro, sem que haja necessariamente, elementos de dor física ou humilhação. O termo "Bondage e Disciplina", "B&D" ou B/D, refere-se ás práticas sexuais com variados tipos de imobilização ou restrição física, enquanto "Disciplina" indica a representação de fantasias que se relacionam á punição/castigo, como por ex, a fantasia "professor/estudante". "Humilhação" refere-se ás cenas de "role-play" nas quais o parceiro dominante detém o controle do poder sobre o parceiro submisso, infligindo e ritualizando torturas psicológicas, como insultos verbais de conotação sexual. Em relação aos termos "sadista" e "masoquista", existe uma conotação mais fisiológica, de natureza sexual, onde as pessoas experimentam sensações de prazer ao dar e/ou receber cuidadosamente controladas sensações de dor, como no caso de levar chineladas ou chicotadas (Moser, 1996, p 25). Já a palavra "leather" é usada na comunidade sadomasoquista por gays e lésbicas (Moser, 1996, p 63).

CONTINUA


postado por Anjatchellla

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7:55 AM

CONTINUANDO



Outros comportamentos também geralmente incluídos na prática sadomasoquista são o "age-play", um fetiche no qual exige-se que o parceiro atue como tendo uma idade diferente, algumas vezes mais velho ou mais novo (representando um bebê, por ex.); a feminização forçada ou voluntária dos submissos masculinos que vestem saltos altos, cintas-ligas e vestimentas femininas (crossdressing) e também jogos sexuais que envolvem urinas e excrementos. Paschoal (2002, p 16) sustenta que "cada um desses conceitos tem aspectos pessoais, individuais e únicos, tais como as pessoas que os praticam...Cada um é livre para escolher qual deles prefere e como prefere....Não há como seguir os vários conceitos de forma literal, já que a criatividade humana e as liberdades individuais são o que há de mais precioso no ser humano".

Com a mesma criatividade, a comunidade BDSM criou o termo "baunilha" ("vanilla"), para se referir ás práticas sexuais convencionais que não envolvem nenhum componente SM (Scott, 1997, p 3). A tríade "Sanidade, Segurança e Consensualidade" (Brame G, Brame W & Jacobs, 1993, p 49) é considerada uma norma básica das práticas não convencionais consensuais e jamais pode ser ignorada ou negligenciada. Paschoal (2002, p 22) afirma que a não existência de qualquer um dos aspectos SSC, torna toda e qualquer relação BDSM totalmente inviável.

Por "Consensualidade", Moser (1996, p 31), entende o acordo voluntário firmado entre os participantes do jogo erótico, no qual os limites de cada participante são honrados. Esclarece que, não se pode chamar o abuso doméstico que ocorre entre um casal de SM, pois o SM é consensual e o abuso imposto á um parceiro não é. Podemos usar como exemplo o intercurso sexual e o estupro, onde o primeiro é consentido e o segundo é imposto sob coação. Portanto, a diferença entre o sadomasoquismo e a verdadeira violência, encontra-se no consentimento informado ("informed consent") [Moser, 1996, p31]. A "Sanidade" refere-se á conscientização do que os participantes estão fazendo numa cena SM: trata-se de uma fantasia e que não corresponde á realidade. Certas práticas BDSM implicam em riscos consideráveis. Nesse sentido, o conhecimento do parceiro, o estabelecimento de limites e saber os riscos inerentes á cada prática, são fatores importantíssimos para que o jogo erótico BDSM seja seguro e prazeroso. Vale dizer também, que segurança engloba também algumas proibições. Como é extremamente importante que se tenha completa consciência sobre o que se está fazendo, o uso do álcool e de qualquer tipo de droga é severamente desaconselhado antes ou durante a cena ou jogo BDSM (Paschoal, 2002, p 27). Caso algum limite físico ou psicológico seja ultrapassado, o uso da "safeword" ou "palavra de segurança" restabelece os limites da segurança física e emocional dos participantes e o jogo é imediatamente interrompido.(Paschoal, 2002, p 25).Segundo Brame, G, Brame, W & Jacobs (1993, p 358), a origem da palavra fetish vêm da palavra em português feitiço e consta que foi usada pela primeira vez por exploradores portugueses do séc. XV para descrever figuras sagradas. No seu sentido antropológico o fetiche está ligado á artefatos sagrados investidos de poderes espirituais. Para os fetichistas, o fetiche erótico é o próprio símbolo do divino, podendo excitar e mesmo induzir os seus devotos ao êxtase. Exemplos de fetiches eróticos são encontrados naqueles que admiram um par de sapatos, ao invés do pé que o veste; ou então o próprio pé é considerado extremamente excitante, em detrimento do corpo humano como um todo. Todos os seres humanos são fetichistas em algum grau. Na cultura brasileira, as nádegas são objeto de adoração nacional, enquanto na cultura americana, há uma extrema valorização dos seios. Na China, um pé feminino pequeno é extremamente sexy. Isso demonstra que diferentes culturas elegem seus próprios fetiches. Como Paschoal (2002, p 68) muito bem ilustra, "um fetiche seria uma preferência específica dentro de um universo de possibilidades...o BDSM está mais para uma fantasia repleta de fetiches. Assim como um masoquista prefere (ou tem o fetiche de) receber dor, ou ser torturado exclusivamente com cordas; ou com velas; ou com gelo; ou com todas as alternativas; ou com nenhuma delas. O sádico prefere ( ou tem o fetiche de ) causar dor. Tudo são fetiches".

No tocante á realidade brasileira, a Internet tornou-se um poderoso veículo para a procura de informações e contatos de pessoas que se interessam pelas práticas eróticas sadomasoquistas e fetichistas, contribuindo largamente para a formação de uma subcultura "virtual" de minorias sexuais. O movimento BDSM brasileiro encontra-se num estágio embrionário, mas crescente, com centenas de websites (vide www.associacaobdsm.com.br) e listas de discussões (www.yahoo.com.br e www.msn.com.br), na tentativa de se formar um movimento agregador que proporcione reconhecimento, visibilidade e contatos fora da realidade "virtual", seguindo uma tendência internacional proposta pela organização americana "The National Coalition for Sexual Freedom" (NCSF) que luta para garantir direitos iguais nas áreas legal, política e social para os adultos que estão engajados na práticas de expressões sexuais alternativas. Segundo os artigos sobre SM disponibilizados em seu website (www.ncsfreedom.org.), a NCSF esclarece que o Sadomasoquismo não é abuso nem violência doméstica, sendo este último "um padrão de comportamento intencional de intimidação com o objetivo de coagir ou isolar o outro parceiro sem o seu consentimento"(www.ncsfreedom.org/what.htm), opostamente ao que ocorre nas práticas BDSM, onde os parceiros envolvidos concordam sobre tudo o que vai acontecer no jogo erótico, além de serem pessoas muito bem informadas sobre as possíveis conseqüências na troca erótica do jogo de poder. Esclarece ainda que a violência doméstica pode ocorrer em qualquer grupo de pessoas, inclusive entre os que praticam SM, mas com a diferença de que dentro da comunidade sadomasoquista, a violência doméstica não é perdoada e suas vítimas e abusadores são encorajados a procurar ajuda especializada.

RESULTADOS

Tabela 1

Dados quantitativos da amostra pesquisada (n = 111) %

Sexo

Masculino 93,7

Feminino 6,3

Idade

18-25 18,9

26-35 41,4

36-45 30,6

46-55 8,1

+55 0,9

Orientação Sexual

Heterossexuais 84,7

Bissexuais 9,9

Gays 5,4

Estado Civil

Casados 31,5

Solteiros 52,3

Separados/ Divorciados 16,2

Escolaridade

Nível Secundário 16,2

Nível Universitário Completo 70,3

Pós - Graduados 13,5

Religião

Católica 53,2

Protestante 2,7

Espírita 12,6

Agnóstico 5,4

Ateus 5,4

Nenhuma 14,4

Outras 6,3

Práticas

Dominação/ Sadismo 32,4

Submissão/ Masoquismo 43,3

Switchers ("role reversal") 15,3

Crossdressing 1,8

Podolatria 4,5

Outras 2,7

Participação da parceria

Sim 36,1

Não 25,2

Sem parceria fixa 38,7


postado por Anjatchellla

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7:47 AM

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Como podemos perceber na tabela 1, a grande maioria da amostra total (n =111), é composta de heterossexuais, mas cabe a observação de que apenas sete (6,3%) respondentes são do sexo feminino, sendo quatro (4)oficialmente casadas e três (3) solteiras. O número de pessoas com parcerias que possuem e praticam as mesmas fantasias sexuais, (36,1%), foi maior do que o esperado. Interessante salientar que, nas práticas sexuais envolvendo a Submissão e o Masoquismo (43,3%), apenas seis (6), são mulheres e heterossexuais, enquanto que o restante do grupo pertence ao sexo masculino independente de orientação sexual. A religião católica (53,2%) é a que tem o maior número de seguidores. O nível de escolaridade mostra-se elevado, sendo que 70,3% dos respondentes têm curso superior completo e 13,5% são pós-graduados.

CONCLUSÃO

Abaixo citaremos recortes de alguns relatos para ilustrar a parte qualitativa do estudo, onde os respondentes falam a respeito de como se sentem em relação ás suas vivências sexuais e aos tópicos que foram abordados no questionário por eles respondido.-SS, pós-graduado, fetichista, 35 anos, casado: "Quando tinha aproximadamente 5 anos, lembro-me que tinha tesão em vestir camisolas de cetim, gostava de urinar nelas e sentir o cheiro da urina por vários dias.....Desde criança percebi que tinha desejos "diferentes", mas só fui entender de fato que esses fetiches não são uma "aberração da natureza", há uns três anos com o advento da Internet....na net, vi, conversei e sei que tem gente com os mesmos gostos".

- S, administrador de empresas, masoquista, 34 anos, casado, lembra: "Tinha uma brincadeira de policia e ladrão onde as meninas eram sempre da polícia e os meninos ladrões. As meninas corriam, pegavam e prendiam os meninos. Lembro que quando eu era preso sempre pedia para ser amarrado, pois senão fugiria, assim fui sem perceber desenvolvendo meu instinto de submissão ao sexo feminino...Uma fantasia que me marcou muito na infância e na adolescência foi a figura da "Mulher Gato" do seriado Batman.....hoje ao rever com olhos mais experientes dá para perceber uma explicita citação fetichista. A Mulher Gato era linda, aquela roupa em látex, bem justa e colada ao corpo...sempre que capturava os heróis , eles eram amarrados e ficavam aos pés dela ...sempre era mostrado a Mulher Gato em seu esconderijo sentada em uma cadeira tipo trono em um pedestal e seus ajudantes ficavam sentados no chão aos seus pés...ás vezes ela dava um jeito de pisar em um ajudante...fetiche puro".

- Fbond, importador, fetichista bondagista, 31 anos, casado, lembra: "Levo o bondage e o fetichismo extremamente a sério, não sou adepto de nada que provoque dor, mas gosta da sedução aliada á bondage, cinta-liga, roupas insinuantes (mas não vulgares), sou culto....descobri que era fetichista aos 8 anos de idade assistindo um filme do Jerry Lewis e hoje tenho um acervo com mais de 150 fitas do gênero....Considero-me uma pessoa extremamente amiga, por isso acho um absurdo comparações que coloquem um fetichista na casa dos "anormais". Talvez até haja casos assim, mas não se trata da grande maioria".

- Al Z, dominador, pós-graduado em análise de sistemas, 38 anos, casado, relata: "Desde pequeno eu apreciava quando via cenas em que apareciam mulheres presas, amarradas ou surradas (normalmente em filmes), mesmo desconhecendo totalmente o sexo... acho que era instintivo.....Despertei totalmente para minhas fantasias há uns cinco ou seis anos atrás quando entrei acidentalmente num site ...na época eu tinha 32 ou 33 anos e essefato mudou totalmente a minha vida...O bondage e o spanking ( bumbum feminino), me excitam bastante e também outras formas de dominação física e psicológica, como por exemplo, transformar a parceira em uma cadelinha colocando correia e correntinha guia....Meu relacionamento com minha esposa é do tipo "padronizado", ou seja, segundo ditam as regras religiosas e sociais para um casamento...Ela não sabe das minhas incursões no mundo virtual, nem tampouco que procuro alguém para realizar minhas fantasias no "real". Sinto-me uma pessoa absolutamente normal....O que penso é que a sociedade é quem realmente tem medo de admitir que quem gosta de BDSM ( dentro do contexto erótico, é claro), é um ser humano normal. As pessoas buscam sempre viver cada vez com mais tesão e o BDSM é apenas mais uma forma alternativa de alcança-lo plenamente. ...Nunca abri o livro da minha vida tanto assim como estou fazendo com você, mas me sinto muito bem, porque isso estava me sufocando demais".

- J, analista de sistemas, submisso, 32 anos, solteiro: "Sinto-me perfeitamente normal e até porque não privilegiado, por saber explorar a minha sexualidade de uma forma diferenciada e muito mais intensa do que a maioria das pessoas. Fico muito feliz por ter capacidade suficiente em entender o meu fetiche e tirar proveito dele de forma sadia, segura e muito peculiar"

- N, assistente administrativa, bondagista, 26 anos, solteira: "Gosto de ser amarrada e imobilizada completamente, me sentir completamente vulnerável nas mãos do meu parceiro, mas não ficar passiva e sim relutar em estar amarrada, como se estivesse sendo obrigada a estar naquela situação, não aceitar passivamente que o outro me amarre, mas "fugir", tentar me soltar, mas acabar sendo "vencida" pela força e técnica do meu parceiro...a privação dos sentidos como a visão e a fala....assim os mesmos ficam ainda mais aguçados, mas não saber o que a pessoa vai fazer é uma excitação sem igual... estar amordaçada é uma sensação incrível...Juntar tudo isso é uma sensação inexplicável ... Sinceramente, me sinto mais normal do que as outras pessoas, eu me sinto assumida. Acho que o que não é normal é as pessoas se podarem, ou mesmo viverem um relacionamento de aparências e procurarem fora do relacionamento a realização de suas fantasias...acredito que uma pessoa será completamente feliz quando procurar um relacionamento que lhe complete no todo... difícil, mas acho que mais difícil ainda é viver duas vidas...em uma delas você vai encenar... A sociedade em que vivemos é hipócrita... todos têm suas fantasias, mas para se encaixar no padrão "normal", ninguém se assume e ainda critica e se escandaliza coma opção do próximo. Acredito que cada um é dono da sua vida e não tem que dar satisfação para ninguém do que gosta ou deixa de gostar dentro de quatro paredes, ou melhor, acho que devemos ser livres para vivenciar nossas fantasias e outras coisas cotidianas também, é claro, respeitando o limite e espaço do outro. Para mim o BDSM é uma forma de prazer, é um mundo vasto com muitas ramificações e cada pessoa escolhe dentro dessas a que lhe dá prazer ...eu escolhi a minha e não me incomoda o fato da sociedade não aceitar ou me achar uma aberração... eu me sinto mais normal que todos, pois sou sincera comigo mesma, me assumo e me aceito assim e isso me faz feliz ...".

- M.H, dentista, crossdresser, submissa, 39 anos, casado: "Sou casada e minha esposa participa de tudo e me domina há mais de um ano...Como você pode perceber sou uma crossdresser submissa e como tal me porto. Sou uma sissy da minha esposa. Me visto sempre que posso feminina, tenho todos os afazeres da casa e sou uma mulher para minha esposa. Sou totalmente passiva e ela é ativa ....freqüentemente apanho e sou humilhada, o que adoro...fui descobrir que o que eu sentia e fazia estava em total sintonia com o universo BDSM, mais ou menos aos 18 anos. Mas sem saber que era uma postura BDSM, desde que me conheço por gente ...aos 6 ou 7 anos de idade...Adorava brincar de casinha com meus primos e primas e sempre eu era a empregadinha, sempre trabalhando e humilhada. Este era o papel que eu escolhia. Isto me dava prazer e no meu ponto de vista encaixa no BDSM...Aos 10 anos gozei a primeira vez quando pus uma saia de uma tia...gozei sem ao menos me tocar. Desde então sempre fui fora dos padrões , mas aos 16 anos notei que era "diferente". Seria eu gay? Mas como ser gay se não me interessava e nunca me interessei por homens? Mas se não era gay, por que me fantasiava no papel feminino? ...As pessoas infelizmente vivem num padrão proposto hipócritamente por esta sociedade machista e repressora em que vivemos."

- ZZ, assistente de faturamento, podólatra submisso, 34 anos, casado: "O meu relacionamento com minha esposa é o melhor possível em todos os sentidos. Ela sabe de minha atração por pezinhos, tanto é que começou a trata-los bem melhor e de vez em quando, quando transamos, ela me dá umas boas chineladas e eu gosto muito. Desde que não prejudique física ou emocionalmente ninguém e ambos estejam de acordo, vale tudo na prática sexual entre um casal. Sobre como a sociedade vê e julga os meus atos,isso para mim não tem a mínima relevância".

- JP, advogado, sádico, 38 anos, casado: "Sinto-me um privilegiado por ter certos interesses sexuais diferentes da maioria das pessoas e sempre conseguir realizá-los. O BDSM é muito complexo, pois existem diferentes níveis de SM e me incluo em um intermediário...algumas práticas me soam indigestas, como por exemplo a coprofagia, humilhação em público, perfurações, cortes ou queimaduras, mas como diz o ditado, " se feito com o consentimento de ambos o problema é deles...".

Podemos sugerir que as pessoas que fizeram parte da amostra pesquisada, longe de representar a totalidade de indivíduos com práticas sexuais não convencionais na sociedade brasileira, sentem-se em sintonia com suas diversas preferências sexuais, as quais são experienciadas como prazeirosas , sentindo-se também privilegiadas por terem uma sexualidade "diferenciada " daqueles que vêem no sexo e nos papéis convencionais , a única forma de expressão para o amor, intimidade e para a realização de suas fantasias sexuais. Não podemos afirmar pelos dados colhidos e relatados, que os praticantes de BDSM e Fetichismo que participaram desse estudo, possam ser chamados de "parafílicos". Preferimos descreve-los como praticantes esclarecidos, bem informados, e conscientes daquilo que consideramos como variações na expressão da complexa sexualidade humana adulta.

É muito clara a importância do uso da Internet na formação de uma subcultura BDSM consensual no Brasil, não só para a comunicação, obtenção de informações entre praticantes afins, mas também como um mecanismo de inclusão social, reunindo milhares de pessoas que compartilham das mesmas fantasias e práticas sexuais não convencionais. Esse estudo foi possível, justamente pela facilidade de acesso, anonimato e a facilidade que a Internet proporciona para todos os seus usuários. Cooper et al (2000, p 6), sustenta que a Internet oferece a oportunidade para a formação de comunidades virtuais, onde indivíduos isolados e discriminados, como porexemplo, gays e lésbicas, podem se comunicar entre si sobre assuntos sexuais que sejam de interesse dessa comunidade

Ao se darem conta do número de pessoas "iguais", a sensação de isolamento e de ser "dif